Última horaBenfica: regresso de médio marcado apenas para o final de novembro

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FC Porto

5 talentos dinamarqueses a manter no radar

A Dinamarca continua a produzir jogadores com potencial para se afirmarem no futebol europeu. Entre jovens avançados à procura de minutos, médios criativos a dar o salto para campeonatos mais competitivos e jogadores que já demonstraram qualidade em Portugal, há vários nomes que merecem atenção. Estes são cinco talentos dinamarqueses a manter no radar, numa lista que termina com um médio que já conquistou o seu espaço na Liga Portuguesa.

Samuel Pinho · 6 min de leitura
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Andebol

Dragões caem de pé perante maior intensidade alemã | FC Porto 33-36 Fuchse Berlin

O FC Porto despediu-se das possibilidades de seguir em frente na Liga dos Campeões depois de perder por 36-33 diante do Füchse Berlin, no Dragão Arena.  Num encontro de enorme intensidade, a equipa de Carlos Martingo nunca virou a cara à luta e chegou aos últimos dois minutos a apenas dois golos dos alemães, mas a maior frieza do vice-campeão europeu nos momentos decisivos acabou por ditar a diferença. O triunfo garante ao Füchse a presença na próxima fase.

Tiago Campos · 5 min de leitura
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Opinião

Lisboa já não é terra de leões escoceses | Benfica 4-1 Celtic

O Celtic regressou à cidade onde se fez gigante e encontrou um Benfica que mudou o lado por onde faz mal. Análise ao 4-1 na Luz, com o corredor direito à cabeça. Há 59 anos, o Celtic veio a Lisboa e saiu daqui com uma Taça dos Campeões Europeus e uma alcunha para a eternidade. Os Lisbon Lions, os Leões de Lisboa, o primeiro clube britânico a ganhar a prova, com uma equipa inteira nascida a trinta quilómetros de Glasgow. Foi no Jamor, num campo que já não recebe finais, e é dos episódios mais bonitos da história do futebol europeu. Quinta-feira à noite, os herdeiros dessa camisola voltaram à cidade. A memória durou cinco minutos.

Manuel Nascimento · 6 min de leitura
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Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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Opinião

FC Porto não soube dançar sevilhanas e acabou subjugado, numa derrota que deve alertar o futebol português | Real Bétis 3-2 FC Porto

SEVILHA, ESPANHA- O Real Bétis e o FC Porto (3-2) protagonizaram um encontro a alta velocidade, pouco habitual nos planos dos dragões, habituados a um ritmo diferente em Portugal, numa Primeira Liga em que têm a obrigação de dominar de forma clara 80% dos jogos. Os espanhóis assumiram os ‘gastos’ do jogo desde o apito inicial, deixando os azuis e brancos desconfortáveis com uma alta pressão e remetidos ao seu meio campo. A única forma dos dragões conseguirem aproximar-se da baliza adversária era a partir de contra-ataques, mas os mesmos raramente tinham logro. Manuel Pellegrini não abdicou do seu estilo e a defesa apresentou-se alta no terreno (foram várias as vezes em que os 10 jogadores de campo do Real Bétis estiveram no meio campo do oponente). A colocação por parte do chileno de Ángel Ortiz à direita dava ainda mais ritmo. Dois laterais (o jovem de 22 anos e Fran García) com uma grande vertente ofensiva, obrigavam os béticos a assumir o controlo do jogo, impondo uma mudança acima da do oponente.

Ricardo João Lopes · 6 min de leitura
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Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
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Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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Opinião

Luz quer continuar a iluminar o caminho europeu | Benfica x Celtic

O Benfica recebe o Celtic, esta quinta-feira, às 20h00, na segunda jornada da fase de liga da Europa League. Depois da excelente vitória em San Siro diante do AC Milan, a equipa de Marco Silva procura dar continuidade ao bom arranque europeu, apostando na capacidade de controlar o meio-campo e explorar a velocidade dos seus jogadores mais ofensivos. Num provável 4-2-3-1, a presença de João Palhinha e Fredrik Aursnes poderá ser fundamental para garantir equilíbrio, enquanto Lukebakio e Prestianni oferecem soluções para desequilibrar pelos corredores. Do outro lado, o Celtic de Martin O'Neill deverá apresentar uma estrutura semelhante, procurando contrariar a superioridade territorial dos encarnados através de um bloco compacto e transições rápidas. Callum McGregor assume particular importância na organização escocesa, enquanto a mobilidade de Benjamin Nygren e a velocidade dos extremos poderão criar dificuldades à defesa benfiquista. A capacidade de resistir à pressão inicial e aproveitar os espaços nas costas dos laterais portugueses será uma das principais armas dos visitantes.

Tiago Campos · 5 min de leitura
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Opinião

Chris Smalling | Olheiro BnR 

Tal como na época passada, com o exemplo de Thiago Silva, internacional e capitão pelo Brasil, o FC Porto aposta mais uma vez num jogador consagrado para reforçar o centro da defesa portista. Desta vez o nome sonante é o de Chris Smalling. Smalling, contratado fora da janela de transferências devido ao facto de estar sem clube, é um nome forte recrutado a custo zero com o propósito de ter no plantel um líder na defesa que não jogando sempre, transmita experiência aos restantes companheiros de setor.  

Ricardo Conceição · 2 min de leitura
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Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
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Opinião

Quem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!

SEVILHA, ESPANHA- As últimas temporadas permitiram confirmar um novo paradigma no futebol espanhol. A Andaluzia, recheada de históricos por todas as suas províncias, acabou por ver o Real Bétis transformar-se na instituição mais forte da região. O designado de número 1. Há poucas missões mais difíceis que esta. Uma Comunidade Autónoma larga, com cidades com um espólio enorme, não é fácil de dominar. Para isso, os béticos lograram montar um projeto com vários prazos e uma figura central, beneficiando também do mau momento vivido por outras instituições. Ao pensarmos no futebol na Andaluzia, sem dúvida alguma que o Real Bétis é um dos primeiros emblemas que nos vêm à cabeça. No entanto, o Sevilha já foi o Rei da Europa League e é lembrado em primeiro lugar por muitos. Málaga, Granada, Cádiz, Almería, Real Jaén… as preferências dividem-se, como em tudo. Porém, o domínio estabelecido pela instituição do Benito Villamarín é inegável. Vivemos tempos em que o verde e brancos está na moda no sul de Espanha.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
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Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
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Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
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Opinião

5 talentos que se reergueram no Real Bétis

O Real Bétis tornou-se uma presença assídua nas competições europeias e o estatuto de underdog já soa a redutor para o trabalho que tem sido feito pela estrutura do clube e pelo principal obreiro, Manuel Pellegrini.  Um treinador experiente e convicto das suas ideias tem a capacidade de reabilitar e reerguer jogadores considerados ultrapassados, sem mais para dar, transformando-os simplesmente ao dar-lhes uma oportunidade de provarem que ainda têm o que é preciso.  

José Vale · 3 min de leitura
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FC Porto

Regresso a um lugar feliz | Real Bétis x FC Porto

Com o Benito Villamarín em obras, o Real Bétis joga actualmente em casa emprestada, num estádio de boa memória para os dragões. O contexto é, no entanto, completamente distinto do dessa final em 2003, e os comandados de Farioli vão entrar em campo com o objetivo de dar a volta ao cenário após a derrota caseira frente ao Manchester City. Depois de um jogo complicado nos Barreiros, a turma da invicta tem mais um desafio exigente pela frente. O Real Bétis somou cinco vitórias nos últimos seis jogos e é neste momento o terceiro classificado da La Liga, em igualdade pontual com o vice-líder Atlético Madrid. Apesar do excelente registo pontual, a equipa de Manuel Pellegrini tem média de mais de um golo sofrido por encontro, pelo que poderá ter algumas dificuldades frente ao ataque portista.

João Pedro Santos · 3 min de leitura
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Opinião

Duelo exigente pelo segundo triunfo | Lens x Sporting

Está de volta a UEFA Champions League para a segunda jornada da fase de Liga. Entre muitos jogos que se prevêem intensos, os adeptos de futebol irão desfrutar de um duelo entre Lens e Sporting. Duas equipas que venceram o primeiro embate da competição e um segundo triunfo deixará qualquer uma das equipas com um caminho mais favorável, não apenas para finalizar um bom começo, mas ficando em melhores circunstâncias de sonhar com um apuramento direto para os oitavos de final. Após três empates que atrasaram o caminho na Liga Portuguesa, a equipa de Rui Borges procura de forma consistente construir um novo ciclo de bons resultados. Tendo regressado às vitórias em Braga, o desafio seguinte é Lens. Os desafios em França são historicamente difíceis para os leões (apenas duas vitórias em dez deslocações) e este não fugirá a essa realidade.

Jorge Afonso · 6 min de leitura
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Opinião

Lens | A ligação de uma cidade a um clube

Em Lens, não é preciso olhar para o marcador para perceber o que o clube significa para a cidade. Basta entrar no Stade Bollaert-Delelis, ouvir milhares de adeptos a cantar Les Corons e observar as bancadas pintadas de vermelho e amarelo. Num futebol cada vez mais dominado pelo dinheiro, pelos grandes investidores e pelos clubes globais, o Racing Club de Lens mantém uma ligação às suas raízes que resiste ao tempo. Mas como é que um clube de uma cidade do norte de França, marcada pela indústria mineira, se tornou um símbolo de uma comunidade inteira? Para perceber esta ligação, é preciso recuar a 1906, ano em que o clube foi fundado. Naquela altura, Lens era uma cidade profundamente ligada à exploração mineira. O carvão sustentava famílias, movimentava a economia e fazia parte do quotidiano de milhares de pessoas. Foi neste contexto que o futebol começou a ganhar espaço, acabando por aproximar o clube da população local. Com o passar dos anos, o Lens deixou de ser apenas uma equipa da cidade para se tornar uma parte da sua identidade.

Diego Tamaian · 4 min de leitura
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