O Benfica faturou 77 milhões de euros e gastou cerca de 36 milhões em novas contratações. Gabriel Índio é a única novidade.
O Benfica já garantiu um encaixe financeiro de 77 milhões de euros neste mercado de transferências, valor que contrasta com os 36,25 milhões de euros gastos em reforços. No capítulo das saídas, o grande destaque vai para a transferência de José Mourinho para o Real Madrid, consumada após o pagamento da cláusula de rescisão estipulada em 15 milhões de euros. A este valor juntam-se as vendas definitivas de Sidny Lopes Cabral ao Trabzonspor por sete milhões de euros e de Gonçalo Oliveira ao Rennes a troco de 3,5 milhões de euros.
As contas encarnadas foram ainda impulsionadas por negócios delineados em temporadas anteriores e que se concretizaram em definitivo no atual mercado. O Besiktas e o Burnley acionaram as respetivas cláusulas de compra obrigatória de Orkun Kokçü e Florentino Luís, rendendo aos cofres da Luz 25 milhões e 24 milhões de euros, respetivamente. Por sua vez, o Al Ain também avançou para a aquisição de Rafael Rodrigues mediante o acionamento da opção de compra fixada em 2,5 milhões de euros.
No que diz respeito às contratações, o investimento de 36,25 milhões de euros centrou-se predominantemente em opções de compra e aquisições obrigatórias. A SAD encarnada ativou a opção por Enzo Barrenechea junto do Aston Villa por 12 milhões de euros após o período de empréstimo e garantiu Georgiy Sudakov, proveniente do Shakhtar Donetsk, por 20,25 milhões de euros. A fechar as despesas está Gabriel Índio, adquirido ao Atlético MG por quatro milhões de euros, um negócio que ainda não foi oficializado por o atleta ter apenas 17 anos, mas que será confirmado após atingir a maioridade a 27 de julho, estando já integrado na pré-época que começou hoje, dia 25 de junho.



