O Benfica planeia a nova temporada com Marco Silva. As águias desejam manter Vangelis Pavlidis e Andreas Schjelderup.
O Benfica já definiu a estratégia para o mercado de transferências deste verão, mesmo com a liderança técnica ainda por oficializar. A entrada de Marco Silva está dependente da formalização da rescisão contratual com José Mourinho, mas esse aspeto não trava o planeamento da estrutura do futebol profissional encarnado.
Segundo o jornal A Bola, a prioridade das águias passa por abrir a porta à saída de jogadores que não se afirmaram como titulares e que representam boas oportunidades de negócio. Um dos exemplos é Sidny Lopes Cabral, que está a caminho do Trabzonspor por dez milhões de euros, enquanto em sentido inverso o clube pretende segurar as principais figuras do plantel, apontando para exigências mínimas de cinquenta milhões de euros por Pavlidis e quarenta milhões por Schjelderup.
Apesar do terceiro lugar alcançado na liga, o Benfica terminou o campeonato sem derrotas, um dado que sustenta a aposta na continuidade. A mesma fonte avança que a estratégia passa por garantir estabilidade e evitar uma revolução no plantel, embora estejam previstos reforços com clara prioridade para o centro da defesa, de forma a colmatar a saída definitiva de Nicolás Otamendi e a ausência temporária de Tomás Araújo no Mundial.

