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Eis os 4 destaques do empate entre Portugal e RD Congo na estreia no Mundial 2026

Diogo Ribeiro · 1 min

Foto: FIFA

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Portugal estreou-se no Mundial 2026 com um empate diante da RD Congo por 1-1. Eis os quatro destaques do encontro.

João Neves: A forma como perceciona os espaços a atacar na resposta a cruzamentos, identificando a zona livre para aparecer e cabecear é uma mais-valia no seu jogo. Não é exagero dizer que é um dos melhores do mundo a responder a cruzamentos, reduzindo os constrangimentos da altura à capacidade de leitura do jogo e à impulsão. Com bola, foi dos que mais dinâmica procurou imprimir ao jogo português.

Francisco Conceição: Perante um adormecimento português, vigente durante quase toda a primeira parte, a sua entrada foi importante para dar mais vida ao corredor direito de Portugal. Entrou ao intervalo para dar risco e alma, acelerando o jogo nacional e encarando os adversários. Novamente, salta do banco para romper com o paradigma estabelecido.

Samuel Moutossamy: Na fase em que a RD Congo mais precisava de ter bola, o médio, que até tem características mais defensivas, evidenciou-se pela fluidez que deu à distribuição africana. Sem extremos, a equipa rodava sempre por dentro e teve no seu médio mais recuado o elemento mais influente.

Yoane Wissa: Marcou o primeiro golo da história congolesa nos Mundiais, naquela que é a primeira participação do país com este nome, antigamente Zaire. Para uma seleção tão focada na transição e nas bolas paradas ofensivas, tem o perfil ideal. Mais inexplicável é a forma como apareceu solto na área, sem qualquer marcação. Nos minutos finais, quando o jogo partiu, teve capacidade para pensar as posses e os lances de transição, conduzindo bolas e definindo.

Yoane Wissa RD Congo Jogadores
Fonte: FIFA
Diogo Ribeiro

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