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Opinião

Como explicar o trambolhão de Portugal no último dia dos grupos? – Diário do Mundial 2026 #17

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026.  O último dia da fase de grupos do Mundial 2026 foi potente, repleto de emoções e de histórias que marcarão esta edição da prova mais importante do mundo. Entre todos estes sentimentos, poucos terão marcado o desfecho do Grupo L, alfabeticamente o último em competição, diariamente, o primeiro a entrar em prova. Seria de esperar outra coisa de um Croácia x Gana?

Diogo Ribeiro · 11 min de leitura
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Opinião

Dia de Portugal e dos Portugueses – Diário do Mundial 2026 #13

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026.  Foi uma das semanas mais conturbadas da história recente da seleção nacional. O empate na estreia, diante da RD Congo, por parte de uma equipa que se quer assumir candidata e que os adeptos vêem como favorita levou a um turbilhão de emoções, de exageros e de cobranças tão falsas quanto as desmedidas esperanças. Não que a esperança e a cobrança seja, na sua génese, um instrumento negativo. Simplesmente, quando a racionalidade é descartada e substituída por uma emocionalidade desenfreada, criará sempre cenários inexistentes.

Diogo Ribeiro · 15 min de leitura
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Opinião

O mesmo problema de sempre | Portugal 1-1 RD Congo

Há jogos que deixam a sensação de que algo está a crescer. Este não foi um deles. O empate frente à RD Congo serviu para reforçar uma ideia que acompanha Portugal há demasiado tempo: a equipa continua presa aos mesmos comportamentos, aos mesmos problemas e, muitas vezes, às mesmas escolhas. Houve momentos de qualidade, sobretudo enquanto o ritmo foi elevado, mas bastou a seleção recuar alguns metros e reduzir a intensidade para o encontro voltar a expor fragilidades que dificilmente podem ser ignoradas num Campeonato do Mundo. A entrada portuguesa foi competente e revelou algumas dinâmicas interessantes. Pelo corredor direito, Bernardo Silva apareceu frequentemente em zonas interiores, permitindo a João Cancelo explorar o espaço exterior e atacar uma das fragilidades da estrutura congolesa. A partir daí, Portugal conseguiu criar superioridades e aproximar-se da área adversária com relativa facilidade.

Samuel Pinho · 3 min de leitura
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