O FC Porto recebeu o Benfica no Clássico da sétima jornada da Primeira Liga. Eis os 5 destaques da partida.
Este domingo, o FC Porto venceu o Benfica por 3-1, num duelo da sétima jornada da Primeira Liga. Fica com os 5 elementos de maior destaque do primeiro Clássico da temporada:
Clement Lenglet: Depois de um arranque de partida em que conseguiu ser parte integral da saída de bola do Benfica, quebrando linhas de pressão em várias ocasiões, o experiente defesa-central mostrou tudo menos experiência. Depois de já ter visto cartão amarelo 10 minutos antes, o francês estragou os planos do Benfica com a expulsão, reduzindo as águias a 10 elementos. Com a entrada de Circati, o Benfica passou a ter bastantes dificuldades nos duelos com André Silva, abrindo portas a grandes oportunidades para os azuis e brancos.
Gabri Veiga: Em pouco mais de meia hora de ação, acabou por ter um grande impacto no processo ofensivo do FC Porto. O médio espanhol teve o papel importante de formar a linha de 4 na frente de ataque dos dragões durante a primeira fase de construção, variando depois e entre o espaço entre-linhas e os movimentos de rotura. Num dos momentos em que procurou a profundidade, Pepê encontrou-o com um passe magistral e o espanhol mostrou a sua frieza em frente à baliza.
André Silva: O avançado português teve dificuldades no jogo de ligação durante a primeira parte, mas deu uma grande resposta após a paragem. No segundo golo dos dragões, serviu Froholdt em dois toques de classe, antes de somar a segunda assistência, desta vez para Hwang In-Beom com um belo trabalho individual dentro de área.
William Gomes: Apesar de nem sempre ter tomado as melhores decisões com bola, o brasileiro ofereceu uma enorme intensidade à saída de bola do Benfica. Desta forma, o FC Porto conseguiu evitar em várias ocasiões as ações de Samuel Dahl, incluindo as perigosas ligações com Gianluca Prestianni.
Victor Froholdt: No regresso ao ativo, depois da concussão cerebral sofrida frente ao Moreirense, o internacional dinamarquês trouxe a habitual intensidade a atacar e defender. Além das várias ações defensivas o médio apontou o seu primeiro golo na Primeira Liga, colocando os dragões na frente do marcador. Como habitual, os seus movimentos em rotura causaram dores de cabeça ao Benfica no controlo da profundidade, principalmente a partir da expulsão de Lenglet.

