A FIFA justifica um erro do VAR no jogo do Catar. A entidade garante o uso do espanhol nas salas de imprensa em 2026.
A FIFA esclareceu a polémica sobre a utilização de idiomas nas conferências de imprensa do Mundial 2026 após denúncias de restrições ao espanhol em sessões com jogadores como Vinícius Júnior e Achraf Hakimi, justificando que não existe qualquer proibição e que as línguas autorizadas dependem das seleções participantes e do sistema de tradução simultânea disponível para o evento com o inglês a manter o estatuto de idioma oficial comum a todas as sessões.
A controvérsia surgiu quando vários jornalistas foram informados da impossibilidade de colocar perguntas em espanhol em um torneio organizado também no México, motivando um debate sobre a necessidade de garantir uma maior diversidade linguística face à perspetiva da organização que sustenta as regras atuais como medidas necessárias para assegurar o correto funcionamento dos serviços de interpretação e comunicação.
O organismo justificou a ausência das linhas de fora de jogo no empate por 1-1 entre o Catar e a Suíça através de um comunicado oficial com a finalidade de detalhar a situação, explicando que: «Durante o jogo entre Catar e Suíça, (…) 1 breve falha no sistema impediu que o gráfico do fora de jogo fosse mostrado antes da marcação do penálti a favor da Suíça, ao minuto 14; o problema foi rapidamente resolvido; o funcionamento do VAR não foi afetado por esse problema e tudo seguiu o procedimento normal na verificação da decisão tomada em campo; as linhas utilizadas pelo VAR para verificar a posição dos jogadores implicados não mostraram que o avançado estivesse em posição irregular em nenhuma das situações imediatamente anteriores à decisão do penálti».

