Gonçalo Santos e a Premier League: «Tem os melhores treinadores do mundo. Não basta ser bom»

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Gonçalo Santos foi entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador adjunto do Fulham falou na Premier League e no convívio com Marco Silva.

Gonçalo Santos foi entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador adjunto do Fulham abordou a competitividade da Premier League e falou nos desafios que esta acarreta para os treinadores.

«A intensidade e aplicação que têm diariamente é que permite manter muitos anos na Premier League. Muitas vezes, enquanto treinadores, analisamos a Premier League, mas só quando estamos lá é que temos noção da intensidade diária que tem e da intensidade ao fim de semana. Os jogos são muito intensos, rápidos e dinâmicos e para nós, treinadores, nem sempre é positivo. Gostamos de controlar o jogo e de ter noção do que vai acontecer, mas nem sempre é real. Na Premier League mesmo a ganhar 2-0 aos 80 minutos o jogo nunca está acabado. Penso que o que mais me surpreendeu não foi só a qualidade, mas a intensidade e aplicação que os jogadores têm diariamente e ao fim de semana e a incerteza nos resultados. Nem sempre é positiva para os treinadores, mas deixa-nos mais ligados e agarrados à Premier League», destacou Gonçalo Santos, que falou na incerteza dos resultados.

«O mais importante é ter uma ideia clara do que queremos que a nossa equipa mostre em campo. Penso que esse é o principal objetivo de cada treinador e o de ver a sua ideia de jogo aplicada todas as semanas dentro de campo. A partir daí temos sempre um adversário e nunca jogamos sozinhos. Na minha opinião, a Premier League tem os melhores treinadores do mundo. Não basta ser bom. Não há nenhum treinador português na Premier League que não tenha treinado um grande em Portugal, mostra o seu valor. Para os treinadores portugueses chegarem à Premier League têm de ter mostrado muito, porque mesmo treinar um grande em Portugal é difícil. Devido à qualidade dos treinadores, a exigência de todos os fins-de-semana é alta. Não há um jogo em que vai ser fácil contrariar o adversário. Temos de ter as ideias bem claras e o Marco, nesse aspeto, tem as ideias muito claras. Depois é tentar contrariar ao máximo e defender as nossas armas dos adversários para sobressairmos em jogo», relevou o técnico.

Lê a entrevista de Gonçalo Santos na íntegra.

Diogo Ribeiro
Diogo Ribeirohttp://www.bolanarede.pt
O Diogo tem formação em Ciências da Comunicação, Jornalismo e 4-4-2 losango. Acredita que nem tudo gira à volta do futebol, mas que o mundo fica muito mais bonito quando a bola começa a girar.

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