Luís Freire concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O selecionador dos sub-21 olhou para Rodrigo Mora e Geovany Quenda.
O Bola na Rede entrevistou em exclusivo Luís Freire, selecionador dos sub-21 de Portugal. O treinador destacou a qualidade de Rodrigo Mora e Geovany Quenda.
«É importante, mas não depende unicamente deles. A responsabilidade que eles têm, os outros têm também. Eles têm de estar leves na seleção, têm de estar motivados. Eles estão dentro de um grupo, onde eles têm as suas características, as suas capacidades, as suas qualidades, o seu talento, a sua magia, são admirados, são seguidos. Mas aqui dentro, todos são importantes. Eles têm essa importância como os outros também têm essa importância. Só têm que trazer o melhor deles acima dando o máximo. Se derem o máximo com a qualidade que têm, acredito que as coisas possam correr bem e depois são reconhecidos a seguir. Não vale a pena pormos um peso demasiado grande nesta juventude. Esta juventude precisa de respirar, precisa de alegria, precisa de paixão, precisa daquilo que os fez chegar onde chegaram. O acarinhar, não é o exigir, exigir, exigir. O acarinhar é dar-lhes apoio e libertá-los, apoiando-os. Libertá-los, exigindo, sim, atitude e compromisso. Nesse sentido, temos de ser muito exigentes, mas não têm obrigações de chegar aqui e fazer tudo. A equipa é que tem que conseguir tudo e eles têm que querer ajudar em tudo».
«Não vamos confundir. Eu acho é que estes jogadores, para renderem ao máximo, precisam disto. Nós já estamos no futebol profissional. Estes jogadores são todos profissionais. A exigência aqui é ganhar ou ganhar. Não há muito espaço. A gente tem que ser qualificados e temos que representar Portugal. Em alguns deles, estamos a falar de jogadores de seleção A. Agora, para eles renderem, não é isto que interessa. O que interessa para eles renderem é eles perceberem que estão num grupo. Têm que estar felizes, têm que estar soltos, alegres, tranquilos e não vai passar tudo por eles. Passa tudo pela equipa. Eles vão ser mais uns que vão ter que dar o máximo para que a eles também corra bem. Mas, se não forem eles, vão ser outros. A responsabilidade não é em dois ou três, é de todos. A responsabilidade tem que ser partilhada por todos. E a alegria de visitar Portugal é, de igual forma, partilhada por todos».
Lê toda a entrevista de Luís Freire.

