Luís Tralhão já olha para a final da Taça de Portugal. Torreense joga este domingo pelas 17h15 contra o Sporting no Jamor.
Luís Tralhão fez uma antevisão ao Sporting x Torreense, jogo a contar para a final da Taça de Portugal que está agendada para este domingo, dia 24 de maio, pelas 17h15 no Estádio do Jamor.
«Como é óbvio, a nossa prioridade era a subida à Liga, momento muito importante para o clube e para a região. Mas nesta fase pensamos: ok, então porque não tentar as duas? E se corre bem? Se corre bem ficamos na história», referiu Luís Tralhão, treinador do Torreense, em declarações à Sport TV.
«Mas se eventualmente não correr bem, nem uma nem a outra, pelo menos já é super-histórico. É estar focados e ter a coragem para abordar um de cada vez e agora é fechar um bocadinho a porta do campeonato e olhar para este jogo de domingo», prosseguiu Luís Tralhão, sendo que a última vez que o Torreense esteve na final da Taça de Portugal foi em 1955/56.
Luís Tralhão realçou o simbolismo do jogo:
«É um jogo muito especial para todos, para nós, para o staff, jogadores… todo o clube. Especialmente para os adeptos, é um momento histórico e esta energia sente-se na cidade inteira, este vibrar das pessoas, o entusiasmo, a forma como os jogadores são abordados pelas pessoas… É um momento histórico, único neste século, pois já foram 70 anos, e nós absorvemos essa energia e queremos representá-los, e bem, no Jamor».
«Gostava de dizer que vamos manter a matriz que utilizamos nos jogos da Liga 2 mas também tenho noção que isso muitas vezes é utópico. As pessoas têm a inteligência e a experiência para perceber que são duas forças completamente diferentes. Uma coisa é certa, sem bola vamos tentar condicionar o adversário e pressioná-lo em certos momentos do jogo; quando tivermos a bola, e esse é o momento que vai fazer a diferença, é ter coragem e capacidade para ir ferindo o Sporting aqui e ali e se possível tentar que o Sporting passe mais tempo no meio-campo deles do que no nosso… mas o expectável é que seja ao contrário», também referiu Luís Tralhão.

