Rasmus Hojlund relembra experiência no Manchester United: «Foi duro»

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Em estágio com a Dinamarca, Rasmus Hojlund refletiu sobre a passagem pelo Manchester United e confessou que a mudança para o Nápoles foi fulcral para a sua confiança.

Na época de estreia pelo Nápoles, Rasmus Hojlund reencontrou a forma que levou o Manchester United a contratá-lo por cerca de 78 milhões de euros em 2023. Numa entrevista à TV2, o dinamarquês de 23 anos refletiu sobre o período na Premier League, reforçando a importância do regresso a Itália para a sua confiança:

«Em Nápoles reencontrei a alegria de jogar futebol. Parecia que tudo tinha acabado, diziam-no até na Dinamarca. No Manchester United foi duro, mas nunca desisti e atirei-me de cabeça a esta situação, que não era simples».

Ainda sobre a experiência ao serviço dos red devils, não fugiu do facto de não ter correspondido às expectativas:

«Se olharmos para os últimos tempos no Manchester United, não estive bem, estou ciente disso, mas agora muitas coisas mudaram. Agora jogo mais adiantado. (…) No futebol há altos e baixos, faz parte do percurso. O importante é manter o foco, como eu fiz, sem me deixar influenciar pelas opiniões dos media».

O avançado destacou ainda o facto de ainda ter uma grande margem de progressão na sua carreira:

«Não se pode estar sempre no topo, sei bem que ainda tenho de trabalhar e melhorar muito. Sou muito autocrítico em relação a isso. (…) Agora, na Dinamarca, dizem que estou novamente no centro do projeto porque estou a trabalhar e a marcar muito mais. (…) Trabalhei sempre arduamente e não se pode julgar um avançado apenas por estar nos últimos metros e conseguir marcar golo»

Atualmente em estágio com a seleção da Dinamarca e preparação para os playoffs de acesso ao Mundial 2026, Rasmus Hojlund referiu quer ajudar o seu país a garantir a qualificação:

«Se já marquei férias de verão? Não, sinceramente espero não o fazer, porque isso significará que estaremos no Mundial. Estou convencido de que nos vamos qualificar. (A Macedónia do Norte) é uma boa equipa, mas, com o máximo respeito, o nosso objetivo é vencê-los porque não queremos desperdiçar esta oportunidade. Não vamos jogar contra a Alemanha ou a França».

No regresso ao futebol italiano, o avançado dinamarquês leva 14 golos e quatro assistências em 37 jogos.

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