O Ministério Público determinou a suspensão provisória do processo judicial que envolvia Rui Costa e o Benfica na transferência de Germán Conti.
O Ministério Público (DCIAP) determinou a suspensão provisória, pelo período de um ano e seis meses, do processo em que o presidente do Benfica, Rui Costa, e a SAD encarnada tinham sido constituídos arguidos relativamente à transferência de Germán Conti.
A investigação incidia sobre a alegada violação das sanções europeias impostas a entidades russas devido ao conflito na Ucrânia, estando em causa uma verba de 70 mil euros que entrou nos cofres da Luz aquando da mudança de Conti do Lokomotiv de Moscovo para o Racing, em 2024 (uma vez que as águias ainda detinham uma percentagem do passe do argentino). O montante foi bloqueado pelo Ministério Público, que impôs agora um conjunto de injunções para travar o processo.
Em comunicado, o Benfica assegurou que, assim que tomou conhecimento das condicionantes, «fez cessar imediatamente os efeitos do referido contrato e recusou receber qualquer pagamento». Rui Costa já tinha demonstrado tranquilidade pública sobre o tema em outubro de 2025, recordando que a transferência deu entrada no sistema TMS da FIFA e em conta bancária oficial sem emitir alertas.
Contratado pelo Benfica ao Colón em 2018/19, Germán Conti realizou apenas 10 jogos de águia ao peito. Após vários empréstimos a Atlas, Bahia e América Mineiro, desvinculou-se em definitivo para o Lokomotiv em 2023, representando atualmente o Gimnasia, na Argentina.

