Reus: quando é que as lesões dão tréguas?

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Aclamado como um dos melhores jogadores alemães, a carreira de Marco Reus tem sido tudo menos “dourada”.

O internacional alemão destacou-se no Borussia Mönchengladbach, o que lhe valeu uma transferência para o clube do seu coração, o outro Borussia, o Dortmund. Desde então, a sua carreira tem sido um calvário. Falhou o Mundial 2014 – onde a sua seleção se sagrou campeã – e o Euro 2016, por exemplo.

Dotado de uma técnica fora do comum, o alemão, quando está em forma, é um dos melhores extremos de futebol mundial. Não é à toa que numa seleção que conta com Ozil, Muller e Kroos, por exemplo, o nome de Reus seja, muitas vezes, o de maior destaque – seja pelo futebol ou pelas sucessivas lesões.

Atuando preferencialmente pelo lado esquerdo do ataque, é aí que o futebol de “Marcinho” – como é conhecido – se explana na sua plenitude. O jogador do Borussia alia a uma técnica brilhante, um poder de decisão igualmente bom e uma apetência para a baliza que lhe permite ser também um goleador. O problema está nas lesões.

Nunca saberemos o que podia ser o futebol se tivéssemos um Marco Reus forte fisicamente. A qualidade está lá, é-lhe – com todo o mérito – reconhecida por todos, mas os problemas físicos têm ensombrado a carreira daquele que podia ser o melhor jogador alemão.

A dúvida que persiste, época após época, é esta: poderia, um grande Reus, ajudar o Borussia a voltar aos títulos ou, quem sabe, poderia o próprio alemão alcançar outros voos e mudar-se para um clube com uma dimensão ainda maior? Infelizmente, o tempo para desfazermos as dúvidas começa a escassear. Para já, vamo-nos deliciando com as poucas vezes que Marco Reus está, realmente, em condições.

Foto de Capa: Facebook de Marco Reus

Artigo revisto por: Diana Martins

Rafael Simões
Rafael Simõeshttp://www.bolanarede.pt
Adepto de bom futebol, adora o jogo desde que se lembra de ser gente. Estudante de Comunicação Social, é capaz de passar horas a fio a devorar futebol, considerando-se um romântico do desporto rei. Recusa-se a discutir arbitragens e simpatiza com o Liverpool, muito por culpa da lenda do clube, Steven Gerrard. Espera um dia ser jornalista desportivo e olha para o futebol como uma arte que embeleza a vida.                                                                                                                                                 O Rafael escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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