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Estátua ao abel pelo trabalho de Palmeiras

Adeptos insatisfeitos, diretores sob pressão e um técnico, uma vez ídolo, caía em desgraça na sua derrocada conforme o desempenho não era demonstrado através do segundo elenco mais caro do Brasil. Este era o prognóstico em que Abel Ferreira aceitou o desafio de assumir o comando da Sociedade Esportiva Palmeiras.

A sua caminhada, como qualquer percurso na vida, trouxe alegrias, tristezas, dúvidas e principalmente inveja daqueles que o deveriam apoiar, mas acabaram por ceder diversas maneiras para “matar” o período de Abel no SE Palmeiras. Neste ponto de vista, pode-se fazer o paralelo entre a história de Abel (Abel Ferreira) e Caim (Adeptos).

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Análise ao trabalho do Abel

Como um estudioso hábil, antes mesmo de colocar os pés na cidade de pedra chamada São Paulo, Abel consumia material sobre a história da equipa paulista. No avião, o técnico português mostrava a sua melhor valência, a preparação, ao analisar o plantel total do SE Palmeiras, além de desvendar a história por trás do verdão. O seu objetivo? Dar desempenho a um elenco milionário e conquistar o que ainda é o único título de importância internacional não conquistado pelo SE Palmeiras, o Mundial de Clubes.

O seu empecilho? Adeptos cansados exalam inveja dos seus rivais que possuem o título máximo internacional para um clube brasileiro. O Mundial de Clubes.

Ao chegar, Abel não teve medo de preferir o uso de jovens jogadores ao mesmo tempo, em que deixava no balneário jogadores com os maiores ordenados do plantel. Danilo, Patrick de Paula, Gabriel Menino e Gabriel Veron, entre outros, são jogadores que Abel, antes mesmo de realizar o seu primeiro treino, já tinha noção sobre o seu total potencial futuro.

Além disso, conforme o tempo passou, Abel rapidamente identificou as melhores características do plantel palmeirense. Uma defesa sólida, sob o comando do paraguaio Gustavo Gomes, somada à qualidade do guarda-redes Weverton, tornou a defesa do SE Palmeiras como a melhor da América do Sul.

Como se não bastasse, Abel recuperou jogadores quase esquecidos. O que futuramente tornar-se-ia o Rei da América, Rony, antes de Abel, era visto como um jogador sem a qualidade necessária para jogar no verdão.

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