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A CRÓNICA: EM CONFRONTO DE PLANTÉIS MILIONÁRIOS, CITY SOUBE MANTER A PRESSÃO, SOFRE REVÉS, MAS REAGE E VIRA O JOGO

O confronto das equipas mais ricas do mundo iniciou-se logo com grande pressão do Manchester City FC.

Nos exatos cinco minutos, após lance livre direto, Rodri completou o cruzamento de cabeça, e jogou a bola em direção ao fundo das redes. Para salvar o Paris Saint-Germain FC, Kimpembe conseguiu tirar a bola para cima, naquilo que seria o primeiro golo do jogo. Como resto, Navas ainda conseguiu afastar o perigo para fora de jogo.

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Em menos de vinte minutos de jogo, o City teve duas oportunidades reais de golo. Desta vez, Rodri, na área central do relvado, achou Mahrez, livre, que jogou mais ao fundo para Bernardo, onde magicamente passou a bola de calcanhar novamente para o seu companheiro argelino. O ponteiro dos blues preparou o seu remate característico de perna esquerda, mas Hakimi bem-posicionado, afastou de cabeça para cima da baliza.

Em seguida, aos 32 minutos, pelo lado esquerdo João Cancelo cruzou até que a bola acertou, sem querer, o joelho de Nuno Mendes. A bola saiu em direção a entrada da área e sobrou para Ilkay Gundogan que rematou com potência, fazendo com que o balão furiosamente acertasse o poste direito.

Após esta última oportunidade, ficou evidente o domínio dos blues sobre os seus adversários franceses.

Por mais alguns minutos de jogo da primeira parte, apenas um lado do relvado foi ocupado. O Paris Saint-Germain ficou enjaulado com o grande posicionamento tático de Guardiola que tirou os espaços na saída de jogo parisiense.

Por outro lado, a única oportunidade do PSG veio na desatenção de John Stones, que perdeu a bola para Neymar na área perigosa do campo defensivo. O avançado brasileiro progrediu em velocidade e viu Mbappe livre pela esquerda que recebe e remata, mas sua inclinação fez com que a precisão do remate fosse ineficaz, ao jogar a bola por cima da baliza.

No entanto, aquilo que torna o futebol tão contagiante é sua imprevisibilidade e por vezes, falta de lógica. Na primeira ação de ataque do PSG, a qualidade novamente se faz presente entre a triangulação do ataque mais falado do mundo.

Uma grande triangulação entre Neymar, Messi, fez com que a nova contratação para o ataque. O argentino cruza para Neymar, mas a bola acerta as costas de Kyle Walker e sobra livre no lado esquerdo para Mbappe que joga por baixo das pernas de Ederson. É o famoso, quem não faz, sofre.

Com o gol marcado, a partida ganhou em emoção com maior pressão e nervosismo por parte do City, enquanto o Paris mais do que nunca se projetou para utilizar os contragolpes em velocidade.

Aos 62 a pressão surtiu efeito, Rodri novamente num passe longo, viu a infiltração de Kyle Walker, que joga em direção a área, Gabriel Jesus ainda tenta dominar a bola, mas a bola fugiu e achou Sterling que se jogou para completar no fundo da rede.

As únicas oportunidades do Paris Saint-Germain surgem na criação de Neymar, que triangula com Di maria e Mbappe, mas ao driblar o seu marcador, o brasileiro perdeu o melhor ângulo para o remate e joga a bola com perigo na esquerda da baliza de Ederson.

Novamente pelas laterais, Mahrez inverte o jogo para Bernardo Silva, e a camisa vinte joga com precisão e técnica deu um passe com açúcar para Jesus apenas jogou a bola no golo, onde estava o brasileiro que rematou como um belo ponta de lança.

Apenas aos 76 minutos de jogo a pressão finalmente deixou os mandantes em vantagem.

Sem mais emoções, o árbitro indicou o final da partida. Num confronto em que os resultados classificaram ambas as equipas. O que foi retirado, favoreceu os ânimos dos blues, que demonstra novamente um desempenho soberano contra o seu rival bilionário.

Por outro lado, Pochettino ainda não confirmou o potencial que a sua equipa apresenta nesta época.

A FIGURA

Rodri – O médio central do espanhol, jogou com o mesmo posicionamento em que está habituado a jogar pelo City.

No entanto, a marcação adversária foi extremamente leve, deixando o médio com muito espaço para pensar e criar jogadas de ligação direta com o ataque. Rodri soube operar os caminhos e recorreu a seus passes longos, ao encontro da movimentação ofensiva.

Na parte defensiva, sempre foi aguerrido e destemido ao fechar as tentativas de Messi e companhia no ataque.

O FORA DE JOGO

Pochettino O novo comandante do galáctico plantel parisiense, Mauricio Pochettino veio ao jogo com o mesmo prognóstico, esperando repetir o resultado em Paris.

Demonstrando uma certa desorientação tática além das equivocadas mudanças. A equipa de Paris sofreu com a marcação/pressão do City que engoliu as tentativas táticas do PSG que apenas ficou dependente das criações individuais dos seus craques.

E, mesmo em vantagem, não conseguiu suportar as imposições ofensivas por parte do Manchester City.

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER CITY FC

Ao entrar no jogo, Guardiola preparou algumas novidades em relação ao modelo tático que encanta a todos na Premier League. Para a partida, a execução foi o 433, com grande movimentação de Bernardo Silva, Sterling e Zinchenko no setor ofensivo, por muitas vezes trocando de posições.

O que continua é a mesma movimentação na saída de jogo de João Cancelo, ao apoiar as movimentações de ataque. Com o golo, surgiu a necessidade de criar novas oportunidades de golo. Para isso, a entrada de Gabriel Jesus como ponta de lança, modificou as posições de Sterling e Bernardo Silva.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ederson (6)

Kyler Walker (7)

Rúben Dias (5)

Stones (4)

João Cancelo (6)

Rodri (8)

Zinchenko (5)

Gundogan (6)

Marhrez (6)

Sterling (6)

Bernardo Silva (7)

SUBS UTILIZADOS

Gabriel Jesus (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – PARIS SAINT-GERMAIN FC

O Paris Saint-Germain continuou com a mesma formação tática que providenciou a vitória no confronto das mesmas duas equipas. O usual 433, com preparo focado para contra-atacar o seu adversário.

Durante o jogo, foi possível notar o deslocamento de Mbappe como ponteiro no lado esquerdo, enquanto Messi e Neymar corriam logo atrás para dar suporte criativo. Após o golo do City, Pochettino mudou a sua estrutura tática. A entrada de Kehrer transformou o PSG em um 343. Onde, Paredes foi deslocado como defesa no meio, ditando a saída de jogo.

Por outro lado, Di Maria entrou para dar apoio ofensivo à lateral direita com Hakimi. Enquanto Messi flutuava pelo meio de campo com Neymar, tendo apenas Mbappe como ponta de lança mais à frente.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Navas (6)

Hakimi (5)

Kimpembe (5)

Marquinhos (5)

Nuno Mendes (4)

Paredes (7)

Gueye (6)

Ander Herrera (5)

Messi (6)

Neymar (6)

Mbappé (6)

SUBS UTILIZADOS

Di Maria (5)

Danilo Pereira (4)

Kehrer (5)

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