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Atlético de Madrid

Real Valladolid CF 1-2 Club Atlético de Madrid: Consagração Colchonera

A CRÓNICA: FOI SÓ UM SUSTO, O TÍTULO ACABOU MESMO NAS MÃOS DO ATLETI

22 de maio foi o dia escolhido pela La Liga para a consagração do novo campeão, onde a única certeza era a de que o troféu não fugia da Capital. Com a liderança presa por apenas dois pontos, o Club Atlético de Madrid entrou de olhos postos no troféu, mas, do outro lado, o Real Valladolid CF precisava de vencer e esperar outros resultados para se manter no principal escalão do futebol espanhol.

Na sequência do apito inicial, o encontro começou morno. Os colchoneros tentaram invadir a área contrária, mas sem perturbar Joel Masip. Com alguma falta de agressividade, foi depois de um canto a favorecer o Atleti que o Real Valladolid chegou à vantagem. Numa jogada com “nota artística”, com poucos toques, a bola chegou bem redonda aos pés de Óscar Plano, que rematou para colocar o conjunto pucela em vantagem.

Os alarmes soaram no solo da Comunidade de Castela e Leão. A partir da abertura do marcador, a equipa da casa subiu o nível e poderia ter dilatado a vantagem, contrastando com alguma displicência dos comandados por Diego Simeone no momento do contra-ataque. Apesar disso, o placard continuou no 1-0 até ao final da primeira parte.

O Club Atlético de Madrid entrou com tudo na segunda metade. Com muitas bolas a chegar à área da equipa da cidade de Valladolid, a defesa ia fazendo o que podia, mas a vantagem durou poucos minutos. Ao passar do minuto 57, o argentino Ángel Correa convidou os jogadores adversários para um Tango e, de fora de área, rematou sem hipóteses de defesa.

Depois de se repor o empate, as alterações colocaram água na fervura do jogo. Na fase em que menos se esperava mais um golo, um erro de Sergi Guardiola deitou tudo a perder para o Real Valladolid CF. Quem aproveitou foi Luis Suárez, que percorreu quase meio campo e colocou a bola no fundo das redes de Joel Masip.

Até ao final, não existiram mudanças no marcador, com o 1-2 a chegar para o objetivo principal. No momento do apito final do árbitro, o grito de um troféu desejado há sete anos soltou-se e o Club Atlético de Madrid garantiu o 11.º título da história.

 

A FIGURA

Luís Suárez – O uruguaio voltou a ser decisivo numa partida do Club Atlético de Madrid. Tal como frente ao Osasuna, el pistolero carimbou o triunfo da equipa e colecionou o quinto título da La Liga, o primeiro pelos Colchoneros.

O FORA DE JOGO

Sergi Guardiola – Entrou aos 62 minutos e, pouco depois, manchou a pintura ao aliviar mal a bola que viria a dar o triunfo ao adversário. Este erro foi também a machadada final nas expectativas da manutenção do conjunto de Valladolid no principal escalão do futebol espanhol.

 

ANÁLISE TÁTICA – REAL VALLADOLID CF

Para o último jogo da temporada, a formação pucela apresentou-se perfilada em 4-4-2. Na tentativa de quebrar o bloco desorganizado do Atlético de Madrid, jogadores como Toni Villa e Roque Mesa voltaram ao XI inicial. Durante quase toda a partida, Saidy Janko era a flecha apontada às debilidades apresentadas na lateral esquerda do adversário.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Joel Masip (5)

Janko (6)

Kiko Olivas (5)

El Yamik (7)

Olaza (5)

Óscar Plano (6)

Fede S. (6)

Roque Mesa (5)

Toni Villa (4)

Marcos André (5)

Weissmann (6)

SUBS UTILIZADOS

Michel Herrero (4)

Jota (4)

Sergi Guardiola (2)

Pablo Hervias (-)

Kike Pérez (-)

 
ANÁLISE TÁTICA – CLUB ATLÉTICO DE MADRID

Os Colchoneros entraram no relvado com o clássico 4-4-2. Ángel Correa começou a titular no papel de pêndulo ofensivo para o Atleti, na tentativa de chegar aos pés do goleador Luís Suárez. Contudo, foi percetível a pouca capacidade dos visitantes em explorar os espaços entrelinhas, principalmente na primeira parte, fruto de alguma desinspiração individual.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Jan Oblak (6)

Kieran Trippier (5)

José Maria Gimenez (6)

Felipe (6)

Mario Hermoso (5)

Yannick Ferreira-Carrasco (5)

Saúl Ñiguez (5)

Koke (6)

Marcos Llorente (6)

Ángel Correa (7)

Luis Suárez (8)

SUBS UTILIZADOS

Renan Lodi (5)

João Félix (5)

Geoffrey Kondogbia (-)

Héctor Herrera (-)

Artigo revisto por Joana Mendes

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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