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A CRÓNICA: CLUB ATLÉTICO DE MADRID FERIDO DÁ ESPERANÇAS AOS RIVAIS

As equipas entraram para a partida fiéis a si próprias: o Sevilha FC, com o seu típico futebol ofensivo, tomou as rédeas do jogo e tentou controlar o jogo com uma posse de bola no meio campo adversário; o Club Atlético de Madrid, expectante, recuado e a controlar as armas do adversário.

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O domínio da equipa da casa nos primeiros minutos esteve prestes a ter uma prenda antecipada. Aos sete minutos, Saul Ñiguez pisou Ivan Rakitic na grande área e o árbitro apitou para grande penalidade. Chamado a cobrar, Lucas Ocampos permitiu a defesa de Jan Oblak, mantendo o nulo no jogo. Apesar da injeção de confiança que essa defesa poderia dar ao líder do campeonato, o conjunto de Simeone continuou com uma postura defensiva e a apostar na transição. O conjunto de Lopetegui foi ameaçando a baliza contrária através de alguns rasgos de Navas e Suso, mas sempre sem sucesso. A primeira parte acabou com 63% de posse de bola para o Sevilha e 37% para a equipa visitante. Um reflexo do que foi o primeiro tempo.

Em termos estratégicos, a segunda parte começou sem alterações e o jogo manteve-se semelhante. Domínio da bola para o Sevilha e o conjunto de Madrid a tentar aproveitar o erro do adversário. Depois de 25 minutos com poucas ameaças às balizas, o Sevilla chegou ao primeiro golo da partida. Como habitual, com Suso e Navas na jogada. Um passe em rotura de Suso para Navas dentro da grande área, com o último a cruzar para o segundo poste, onde apareceu um velho conhecido do futebol português, Marcos Acuña, a finalizar de cabeça para o fundo das redes. Finalmente o Sevilla capitalizava a sua superioridade no jogo.

A resposta do Atlético foi boa, e só não foi perfeita porque, dois minutos depois, Mario Hermoso falhou o alvo completamente sozinho no coração da área. Até ao final, o Atlético apoderou-se do jogo, mas raramente conseguiu ameaçar a baliza de Bono, além de um remate perigoso de Correa no tempo de descontos.

O resultado manteve-se e o Atlético de Diego Simeone continua a dar esperança aos seus rivais na luta pelo título. O Sevilha consolida o quarto lugar e continua a respirar tranquilidade e a mostrar um bom futebol, tendo um plantel bem abaixo dos restantes candidatos ao título.

 

A FIGURA

Marcos Acuña – O ex-jogador do Sporting CP teve uma exibição bem positiva e é inevitavelmente a figura de jogo, depois de ter finalizado com sucesso uma bela jogada de equipa, que se tornou no golo da vitória. Apesar de ser um jogador bastante criticado, continua a mostrar-se a grande nível e a calar os críticos.

 

O FORA DE JOGO

Luuk De Jong – Talvez devido ao cansaço da seleção, De Jong esteve bastante apagado, ganhou poucos duelos e esteve pouco eficaz na finalização. Foi claramente o pior em campo do conjunto de Sevilha e acabou substituído aos 63 minutos de jogo.

 

ANÁLISE TÁTICA – SEVILHA FC

O conjunto de Julen Lopetegui entrou para o campo com um 4-3-3 que não sofreu alterações até ao final. Ocampos e Suso estiveram no apoio direto a Luuk de Jong, avançado de serviço, enquanto que, no meio-campo, Fernando, Jordan e Rakitic comandaram os movimentos da equipa. Na defesa, destaque para Acuña, marcador do golo da vitória.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bono (6)

Jesus Navas (7)

Koundé (6)

Diego Carlos (5)

Acuña (8)

Fernando (7)

Jordan (6)

Rakitic (5)

Suso (7)

Ocampos (5)

De Jong (4)

 SUBS UTILIZADOS

En-Nesyri (5)

Papu Gomez (6)

Vazquez (-)

Gudelj (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CLUB ATLÉTICO DE MADRID FC

A equipa de Simeone foi a jogo num 3-4-3 que, a defender, se tornava num 5-4-1. Luis Suárez comandou o ataque, com Llorente e Lemar no apoio direto ao uruguaio. Nas alas, Trippier e Lodi ocuparam-se de todo o corredor, com a tripla de centrais a ser composta por Gimenez, Felipe e Hermoso.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 Oblak (7)

Gimenez (6)

Felipe (6)

Hermoso (5)

Saúl (5)

Koke (5)

Trippier (5)

Lodi (4)

Lemar (5)

Llorente (5)

Suarez (5)

SUBS UTILIZADOS

Correa (4)

Herrera (5)

Kondogbia (4)

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