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E pronto: Paulo Bento despedido do Cruzeiro Esporte Clube depois de nem sequer ter estado oitenta dias ao serviço do clube de Minas Gerais. A Raposa está na zona de despromoção. Paira no ar o medo, a sofreguidão. Nunca antes na história dos azuis celestes a equipe de futebol jogou a segunda divisão. Lá, como cá, como quem diz, no brasil, como em Portugal, a culpa é de quem? Do treinador. Óbvio.

Paulo Bento caiu em desgraça. Noto isso na impaciência que os torcedores cruzeirenses por ora iam demonstrando. Alguns ainda estão com ele, clamando que o elenco é fraco e a direção mal organizada: chegam novos reforços para a Raposa num corrupio quase dia sim, dia não.

Peço desculpa, mas, neste momento, os treinadores portugueses são do melhor que há no mundo, ao nível do conhecimento do treino, dos métodos, etc, e digo isto sem qualquer tipo de nacionalismo.

Uma destas manhãs, num barbeiro – onde as ideias masculinas surgem com muita facilidade – falava com um camarada cruzeirenses e explicava-lhe que o Cruzeiro não iria tirar nenhum benefício na saída de Paulo Bento. Com a saída do técnico português, o que poderá melhorar? Os celestes irão para o terceiro treinador na época – Mano Menezes está confirmado; com o time na zona de despromoção e apenas com a Copa do Brasil para (realmente) poder disputar um título real e uma hipótese de chegar à Libertadores do ano vindouro.

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