O Grupo do FC Porto


O sorteio não começa muito bem ao FC Porto, que vai defrontar o ‘super’ Manchester City FC de Pep Guardiola. Os dragões esperavam certamente encontrar um clube menos difícil que os cityzens, que eram muito provavelmente os piores adversários possíveis neste Pote 2.  No Pote 3, o sorteio acaba por sorrir aos azuis-e-brancos, uma vez que “apanharam” um dos mais fáceis adversários neste lote de clubes – o Olympiacos, emblema grego orientado pelo português Pedro Martins. O último adversário que o FC Porto conheceu foi o vice-campeão francês Olympique de Marshelha, treinado pelo português André Villas-Boas, que vai ter um emocionante regresso a uma casa onde já foi muito feliz – o Estádio do Dragão.

O FC Porto acaba por não ter muita sorte nem muito azar no sorteio desta tarde. Se por um lado, o Manchester City FC era o clube mais difícil que podia calhar aos dragões no Pote 2, o Olympiacos era um dos mais acessíveis adversários do Pote 3. No Pote 4, torna-se evidente que seria mais agradável enfrentar um adversário como o Ferencvaros ou o Midtjylland. Acaba por sair o Marselha na lotaria, clube contra o qual o FC Porto se deverá conseguir superiorizar, ainda que André Villas-Boas conheça bem os cantos ao Estádio do Dragão e nunca tenha deixado de acompanhar aquele que é o clube do seu coração podendo, por isso, ter alguma vantagem adicional diante dos azuis-e-brancos. Neste grupo, FC Porto e Manchester City deverão lutar pelo acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões, e o Marselha é o grande favorito ao terceiro lugar deste Grupo C.

 

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O Diogo é licenciado em Jornalismo pela Universidade Católica. Também tirou o curso de árbitro na Associação de Futebol de Lisboa. Tinha 8 anos quando começou a perceber a emoção que o desporto movia. No espaço de quinze dias, observou a família a chorar de alegria o golo do Miguel Garcia em Alkmaar, a tristeza da derrota em Alvalade contra o CSKA o ensurdecedor apoio dos adeptos do Liverpool enquanto perdiam a final da Liga dos Campeões por 3-0. Hoje, e cada vez mais apaixonado por futebol, continua a desenhar o seu percurso para tentar devolver a esta indústria tudo o que dela já recebeu.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.