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Apesar de não terem sido os melhores avançados da sua geração, Dado Prso e Diego Tristán são nomes incontornáveis do futebol Europeu do final da década de 90 e início do novo século. Apesar da modesta carreira, o Croata acabou por vencer vários troféus, incluindo a Liga Francesa e Escocesa, ao serviço do Mónaco e do Glasgow Rangers respectivamente. Por outro lado, “El Lagarto”, nome pelo qual era conhecido Diego Tristán, apenas conquistou uma Taça do Rei e uma Supertaça Espanhola, ambas pelo Deportivo. Logrou ainda assim ser o melhor marcador da Liga Espanhola na época 2000/2001 com 21 golos.

Foi numa das mais belas páginas da história do futebol Português que o caminho de ambos os goleadores se haveria de encontrar: a Liga dos Campeões de 2003/2004, vencida pelo Porto de José Mourinho frente ao Mónaco de Didier Deschamps

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O Mónaco, onde actuava Dado Prso, efectuou uma campanha histórica tendo eliminado o Chelsea de Ranieri (já com Roman Abramovich no comando) e o Real Madrid de Carlos Queiroz, no seu caminho rumo à final. Curiosamente, o melhor marcador da competição acabou por ser Fernando Morientes, emprestado pelo Real Madrid ao Mónaco, com 9 golos. Quis o destino que o espanhol, sem lugar no plantel de Queiroz, fosse decisivo na eliminatória entre ambos os conjuntos, apontando 2 golos e afastando os Merengues nos Quartos de Final. Dado Prso seria o segundo melhor marcador da prova com 7 golos ao passo que Tristán haveria de marcar apenas 3.

O Deportivo por seu turno fez também uma campanha memorável. Após ter eliminado a Juventus nos Oitavos de Final, a equipa de Javier Irureta haveria de efectuar uma das mais impressionantes reviravoltas da história da competição (agora superada pela reviravolta do Barcelona há dias atrás) frente ao campeão Europeu em título Milan. Após perder por 4-1 em San Siro os Galegos haveriam de vencer por 4-0 no Riazor, carimbando a passagem às meias finais. Em duas eliminatórias o Deportivo eliminava os 2 finalistas da temporada anterior: Milan e Juventus! Haveria de cair nas meias-finais perante o Porto, numa eliminatória que ficou marcada pela célebre expulsão de Jorge Andrade após o seu toque “amigável” em Deco:

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