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Jogo grande desta jornada na Premier League, um clássico do futebol inglês que nos deixa sempre com as expectativas em alta e que mais uma vez, não desiludiu.

Um encontro entre Liverpool e Chelsea, dois conjuntos que vivem o seu melhor momento da temporada e que na ressaca das competições europeias fizeram algumas alterações no XI inicial. Antonio Conte mexeu mais na equipa do que Jürgen Klopp fruto do dia a menos de descanso e da difícil deslocação ao, reduto dos azeris, do Qarabağ.

Numa partida, que indo de encontro às previsões, foi de parada e resposta, os Reds entram com intenção de assumir o jogo acabando por ter a maioria da posse de bola no quarto de hora inicial, nunca conseguindo atormentar a equipa londrina.

Aos 20 minutos, o Chelsea chega finalmente à baliza adversária criando duas boas oportunidades de golo, primeiramente, após variação de flanco de Eden Hazard recebe a bola e bem ao seu estilo flete para dentro e remata para defesa apertada do seu compatriota, Mignolet. Instantes depois Drinkwater surge isolado dentro da área do Liverpool mas não conseguiu concretizar.

A resposta da equipa da casa surge pelo, egípcio, Mohamed Salah que após movimento de rotação sobre dois defesas do Chelsea remata com perigo.

Um primeiro tempo de bom futebol, agradável de se assistir em que apesar das poucas oportunidades de golo, foi rápido e emotivo com ambas as equipas com setores defensivos bem montados e coesos, sobressaindo as individualidades de cada um dos conjuntos, Salah e Hazard.

As equipas na segunda parte assumiram uma postura mais cautelosa apostando nos primeiros minutos num futebol mais direto, não colocando muitos jogadores no movimento ofensivo. À semelhança do que tinha acontecido no inicio do jogo, o primeiro quarto de hora foi monótono e pacifico, chegando apenas um momento de destaque à hora de jogo quando Morata, à boca da baliza, falha o esférico. A resposta do Liverpool, não podia ter sido mais eficaz pois numa boa jogada de envolvimento ofensivo, Mohamed Salah chega ao golo após combinação com o brasileiro, Philippe Coutinho.

Antonio Conte mexe na equipa já próximo do apito final, lançando em jogo Cesc Fabregas, Pedro e Willian, o que garantiu aos blues mais caudal ofensivo, o que permitiu que chegassem ao golo aos 85 minutos precisamente pelo recém-entrado Willian, num lance em que o guarda-redes, Mignolet, não fica isento de culpas. Até final do jogo destaque apenas para um remate à entrada da área, mais uma vez por Salah, ao qual Courtois respondeu com uma boa defesa.

Um jogo que teve um desfecho justo, contudo, poderá ser prejudicial para reds e blues porque aumentam o fosso para os lugares cimeiros da Premier League.

Foto de capa: This is Anfield

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