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Portugal 1-0 França: “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”

A FIGURA

Fonte: UEFA
Fonte: UEFA

Rui Patrício (Portugal) – Sim, Éder também merecia este galardão, e não só pelo golo, mas, provavelmente, não haveria lugar ao momento heróico do jogador do Lille sem a exibição monumental de Rui Patrício, que segurou, com todas as forças, a taça Henri Delaunay, defendendo nada mais nada menos que 7 remates franceses – entre os quais destaca-se a forma como se agigantou perante um cabeceamento-chapéu de Griezmann aos 9 minutos, a forma aplicada como se entregou às bolas enviadas por Sissoko aos 22 e 33, e as estiradas perante as tentativas de Giroud (75) e, novamente, de Sissoko (84).

Para além das defesas, destaca-se ainda a forma irrepereensível como soube sair dos postes e a voz de comando que soube ter quando a equipa se encontrava em apertos.

Gigante.

Enquanto a França se sagrava campeã do mundo de futebol em casa, o pequeno Pedro já devorava as letras dos jornais desportivos nacionais, começando a nascer dentro dele duas paixões, o futebol e a escrita, que ainda não cessaram de crescer.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Enquanto a França se sagrava campeã do mundo de futebol em casa, o pequeno Pedro já devorava as letras dos jornais desportivos nacionais, começando a nascer dentro dele duas paixões, o futebol e a escrita, que ainda não cessaram de crescer.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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