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Portugal 4-7 Espanha: Não é só no céu que brilham as estrelas

No mundo do futebol, esta sexta-feira não foi apenas mais um dia. 100 anos depois, Portugal e Espanha entraram em campo para assinar um século de existência e portanto, a homenagem tinha de ser especial. Tinha de ser memorável. E foi, só faltou mesmo a vitória.

Do primeiro ao último minuto, o Pavilhão João Rocha contou com música, dança e uma série de desafios divertidos para alimentar a festa. E quando o relógio roçou as 19:15, foram chamadas, à “terra”, antigas estrelas de forma lendária. Apagaram-se as luzes e aos poucos, ouvia-se um pequeno som em crescimento: “Tum, Tum, Tum”, como se fosse o batimento cardíaco da seleção portuguesa. Saiu disparada a pirotecnia e o público gritava.

Era a entrada das lendas espanholas e portuguesas em campo. Estava tudo a postos para o início do Portugal x Espanha: o “Jogo Centenário”, com a presença de nomes como: Luís Figo, Rui Costa, Ricardo Carvalho, Maniche, Vítor Baía, David Villa, Mendieta, entre muitos outros.

Ainda mal o árbitro tinha apitado e Rui Costa já tinha aberto o marcador, com um remate potente. Uma pequena lembrança dos seus anos dourados. No entanto, a seleção espanhola não foi de modas e ripostou forte, indo para o intervalo a vencer por 4-2 (um de Marchena, dois de David Villa e um de Mendieta). Pauleta foi o homem do segundo golo português.

Na segunda parte, continuou o espetáculo e a “La Fúria” em melhor plano. Pauleta, o furacão golo dos Açores, ainda completou um hat-trick para recordar os bons velhos tempos. Contudo, não foi o suficiente. O relógio estava a chegar ao fim e a esperança de uma reviravolta lendária ia-se dissipando. E por fim, termina a partida centenária com vitória espanhola por 7-4.

 

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É pena, mas tal como Vítor Baía afirmou, “o mais importante é que toda a gente se divertiu”. Em declarações à RTP, ainda acrescentou, “é sempre bom recordar e um prazer jogar com os colegas e com a camisola da seleção”.

Uma foto e um momento que ficará para a história num dia especial
Fonte: André Sanano/FPF

A verdade é que, embora a vitória tornasse a festa melhor, isto foi mais que um jogo. Mais que jogadores. Foi um abraço terno à história de duas seleções vizinhas, rivais em campo e irmãs fora. Foi uma homenagem ao futebol da Seleção Nacional e a todos os momentos que nos proporcionou. Todos os gritos de golo, todas as felicidades, todas as conquistas. Desde o primeiro encontro disputado, à vitória lendária do Euro 2016 e a este preciso momento. Viva o futebol! Viva Portugal!

Componente 5 – 1 (1)

Desde pequeno que o desporto lhe corre nas veias. Foi jogador de futsal, futebol e mais tarde tornou-se um dos poucos atletas de Futebol Freestyle, alcançando oficialmente o Top 16 de Portugal. Atualmente, o Diogo está na Universidade Católica a estudar Comunicação Social com o objetivo de seguir uma carreira na área do jornalismo desportivo, sendo o futebol a sua verdadeira paixão.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Desde pequeno que o desporto lhe corre nas veias. Foi jogador de futsal, futebol e mais tarde tornou-se um dos poucos atletas de Futebol Freestyle, alcançando oficialmente o Top 16 de Portugal. Atualmente, o Diogo está na Universidade Católica a estudar Comunicação Social com o objetivo de seguir uma carreira na área do jornalismo desportivo, sendo o futebol a sua verdadeira paixão.                                                                                                                                                 O Diogo escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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