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As esperanças inglesas para este Europeu estão renovadas, tal como está renovado o balneário da equipa, depois das saídas de jogadores como Lampard ou Gerrard, eternos capitães. O núcleo mudou, mas a equipa não se ressentiu, e a ilustrá-lo está uma fase de qualificação irrepreensível para o Euro 2016, na qual venceu os dez jogos que disputou, marcando 31 golos e sofrendo apenas 3, mesmo com um adversário como a Suiça e deslocações complicadas como as que fez à Eslovénia, Estónia e Lituânia.

Depois desta fase de qualificação perfeita, defrontou só equipas de topo em jogos amigáveis. Perdeu com a Espanha e a Holanda, mas derrotou França e Alemanha.

Fase de qualificação praticamente irrepreensível e jogos amigáveis onde a equipa demonstrou competitividade. Factores que servem de base para o optimismo generalizado que se vive em Inglaterra quanto àquilo que pode fazer a sua selecção, na esperança de evitar o autêntico carrasco desta equipa nos últimos europeus – desde 1996, inclusivé, ano em que foi anfitriã do Europeu, só por uma vez não saiu da competição sem ser por “grandes penalidades” (aconteceu em 2000, e foi eliminada na fase de grupos).

A Inglaterra nunca ergeu o trófeu Henri Delaunay – a única selecção que conquistou um Mundial sem vencer a maior prova do seu continente.

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