GRUPO B

O grupo B, teve um jogo entre Haiti e Peru (0-1), onde o resultado se aceita, pecando por escasso, mas compreensível dadas as inúmeras baixas com que o Peru se apresenta nesta CA. Ainda assim, poderia e deveria ter feito mais golos se ainda quer discutir uma eventual qualificação para a próxima fase, já que os golos poderão vir a ser um critério de desempate no grupo. A figura do jogo acabou por ser o Guarda-redes do Haiti (Johnny Placide) Ojogo em destaque, teve um Brasil que demonstrou receio em assumir as rédeas do jogo e arriscar-se por uma vitória frente ao perigoso Equador. Dunga previsivelmente montou o seu meio campo mais preocupado em não sofrer golos do que os marcar, com: Casemiro, Elias e Renato Augusto para manter a posse de bola e trabalhar a sua circulação, mas prescindiu de um meio campo criativo e com capacidade de construir situações de golo. Assim, terminou o 1º jogo com uma percentagem de 91% de acerto nos mais de 570 passes realizados – 522 passes certeiros – mas que pouco ou nada valeram no resultado, já que apenas rematou 3 vezes à baliza. O Equador por outro lado mostrou-se bem sólido na defesa, com J. Paredes e A. Mina a serem as referências mais agressivas do quarteto, e poderia ter mesmo vencido o jogo caso o frango de Alisson não tivesse sido erradamente invalidado – já que a bola, no momento do remate do 23 Bolaños, não saiu.

O Brasil desiludiu na estreia Fonte: Copa América Centenário
O Brasil desiludiu na estreia
Fonte: Copa América Centenário

Anatomia do golo em destaque da 1ª jornada no Grupo B vai para o lance de ataque do Brasil logo ao minuto 5 do jogo, após recuperação de bola de Elias no meio campo ofensivo, deixa a bola para o irreverente Willian desequilibrar no 1 para 1 em cima do Ayoví e cruzar para a frente da pequena área, onde apareceu P. Coutinho a finalizar para excelente defesa de Esteban Dreer.

A exibição de destaque vai para guarda-redes do Haiti J. Placide que dada a sua concentração e posicionamento permitiu que o Haiti conseguisse discutir o resultado até ao último minuto do jogo. Caso contrário teria destacado o J. Paredes do Equador pelo seu exímio desempenho defensivo nos duelos individuais.

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