Com a partida de Alfredo Quintana e a lesão do veterano Humberto Gomes, Paulo Jorge Pereira viu-se obrigado a uma pequena evolução na posição mais recuada do terreno. No caso de Gustavo Capdeville, o jogador do SL Benfica já era a terceira opção da seleção nacional. Manuel Gaspar, por sua vez, voltava a ser escolha depois da estreia frente a Israel, em novembro passado.

O guardião do Sporting CP começou a formação no União e Progresso. Depois de dar nas vistas no clube do distrito de Setúbal, transferiu-se para os leões no escalão de juvenis. Desde aí, não só foi aposta do clube, como também da Seleção portuguesa. Com alguma concorrência pelo posto nos primeiros anos como sénior, foi emprestado ao Boa Hora durante meia temporada.

Na formação lisboeta, teve mais minutos de jogo e voltou para a casa de partida. A partir da época seguinte, (2019/2020) entrou definitivamente na rotação leonina. Agora, com apenas 22 anos, Manuel Gaspar é uma das esperanças do andebol nacional e, junto a Cudic e Skok, uma das apostas para a baliza do Sporting CP.

Do outro lado da Segunda Circular, apresentamos Gustavo Capdeville. Formado, desde sempre, no SL Benfica, fez o percurso natural dentro das paredes do Pavilhão da Luz. À semelhança do colega de seleção, também rumou, emprestado, a um clube do Andebol1. Neste caso, o Madeira SAD foi o destino para ganhar asas e voar no escalão sénior.

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Capdeville atuou no Funchal durante duas épocas. Com quase 100 jogos nesse período, voltou muito mais experiente ao ninho das águias. A certo ponto, foi natural a chamada à Seleção portuguesa como o mais jovem, absorvendo os conselhos dos guarda-redes com mais experiência.

Estes dois guardiões, incluindo Diogo Valério, prometem dar muitas alegrias ao Andebol português. Com a irreverência e qualidades diferentes, complementam-se em diferentes momentos dos jogos. Ambos fazem uma dupla que, provavelmente, vai ajudar Portugal a lutar por medalhas nos Jogos Olímpicos.

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