Anterior1 de 4Próximo

A velocidade norte-americana tem uma capacidade única de regeneração. É verdade que a dimensão do país e a possibilidade de escolhas influencia bastante, mas também é verdade que alguns dos técnicos mais conceituados e algumas das técnicas mais inovadoras são utilizadas no país do tio Sam.

No que se refere às distâncias de velocidade mais curtas, os norte-americanos têm nomes como Justin Gatlin (o atual campeão mundial dos 100 metros, hoje com 36 anos), Ronnie Baker (um fabuloso 2018 e ainda com 25 anos), ou Mike Rodgers (de novo abaixo dos 9.9 nos 100 aos 33 anos). As gerações novas também revelam enormes valores e, para se ter uma ideia, no top-10 dos mais rápidos em 2018, seis nomes foram norte-americanos. Nestes não constavam nem Justin Gatlin, nem Trayvon Bromell, uma das maiores promessas norte-americanas, que tem sido bastante fustigada por lesões.

Ainda assim, há dois nomes que neste momento se revelam mais excitantes do que todos os outros: Christian Coleman e Noah Lyles. Qual será a maior referência norte-americana no futuro? Acreditamos que, quando ultrapassarmos este ciclo de 3 anos, a resposta estará bem mais clara. 

Anterior1 de 4Próximo

Comentários

Artigo anteriorFC Famalicão 0-0 SL Benfica B: Desintoxicação pré-Natal
Próximo artigoAl Ain FC 1-4 Real Madrid: Uma final onde a experiência falou mais alto
O Pedro é um amante de desporto em geral, passando muito do seu tempo observando desportos tão variados, como futebol, ténis, basquetebol ou desportos de combate. É no entanto no Atletismo que tem a sua paixão maior, muito devido ao facto de ser um desporto bastante simples na aparência, mas bastante complexo na busca pela perfeição, sendo que um milésimo de segundo ou um centimetro faz toda a diferença no final. É administador da página Planeta do Atletismo, que tem como principal objectivo dar a conhecer mais do Atletismo Mundial a todos os seus fãs de língua portuguesa e, principalmente, cativar mais adeptos para a modalidade.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.