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Atletismo, Hassan

Tóquio 2020, Atletismo #5: O apagar da chama Olímpica

ATLETA EM DESTAQUE: SIFAN HASSAN, “SUPERAÇÃO” É O NOME DO MEIO

 

A meia fundista holandesa não conseguiu fazer o pleno que todos esperavam que cumprisse.

Antes da partida para Tóquio, muitos dos apostadores referiam que era provável que vencesse as provas de 1.500, 5.000 e 10.000 metros. Saiu de Tóquio com um bronze e duas medalhas de ouro na mala, respetivamente.

A corredora só não conseguiu subir ao lugar mais alto do pódio na distância mais curta, onde se contentou com o bronze.

Ainda assim, Hassan fez o que nunca nenhuma atleta tinha conseguido. A holandesa foi a primeira a conseguir trazer três medalhas nas provas de fundo no Atletismo.

Além do medalheiro recheado, Sifan Hassan também nos presenteou com um dos melhores momentos das olimpíadas. Nas eliminatórias dos 1.500 metros, caiu e ainda se levantou para conseguir vencer a série em que estava inserida.

A superação é uma das palavras que melhor define a atleta. Aos 15 anos, foi acolhida como refugiada na Holanda e agora é uma das melhores desportistas da atualidade.

Aos 28 anos, a fundista holandesa chega ao ponto mais alto da carreira. Se tudo correr bem, ainda estará apta para lutar por mais medalhas em Paris 2024.

Todos os ciclos olímpicos têm as suas estrelas e o nome de Sifan Hassan vai estar logicamente ligado a Tóquio. 

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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