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Atletismo, Hassan

Tóquio 2020, Atletismo #5: O apagar da chama Olímpica

WE’LL ALWAYS HAVE TOKYO. ATÉ JÁ, PARIS!

O silêncio tornou-se uma das características mais marcantes destes Jogos Olímpicos. Depois do crescente aumento da pandemia da Covid-19 no Japão, as bancadas do Estádio Olímpico e as ruas de Tóquio estiveram praticamente desertas durante toda a competição.

Apesar de termos todos assistido a feitos históricos, faltou o público para condimentar uma organização quase sem falhas.

Quanto à participação portuguesa no certame, é preciso esboçar um sorriso. Entre as quatro medalhas conquistadas, metade foram no Atletismo.

Com o ouro de Pedro Pablo Pichardo e uma prata de Patrícia Mamona no Triplo Salto, Portugal estabeleceu-se como uma potência da especialidade.

Nos últimos três dias, no entanto, ainda faltavam decidir algumas participações. Quando muitos achavam que as medalhas já eram uma miragem, a comitiva lusa levantou-se para aplaudir João Vieira.

Aos 45 anos, o marchador terminou em 5.º lugar dos 50km marcha e fechou a carreira olímpica de forma categórica. Não chegou para subir ao pódio, mas conquistou muitos corações.

Para fechar a participação portuguesa no Atletismo, faltava a Maratona. Carla Salomé Rocha terminou no 30.º lugar, enquanto que Sara Catarina Ribeiro se ficou pelo 70.º posto. Pior sorte teve Sara Moreira, que teve de abandonar depois de desmaiar durante a prova.

O Comité Olímpico de Portugal pode sair contente de Tóquio, mas continuam os mesmos problemas estruturais dos apoios.

Todos os dias, os atletas dão tudo para honrar o país. Contudo, é preciso reforçar esta temática e não falar apenas de quatro em quatro anos. Que venha Paris 2024 e novos campeões!

Foto de Capa: World Athletics

 

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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