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WE’LL ALWAYS HAVE TOKYO. ATÉ JÁ, PARIS!

O silêncio tornou-se uma das características mais marcantes destes Jogos Olímpicos. Depois do crescente aumento da pandemia da Covid-19 no Japão, as bancadas do Estádio Olímpico e as ruas de Tóquio estiveram praticamente desertas durante toda a competição.

Apesar de termos todos assistido a feitos históricos, faltou o público para condimentar uma organização quase sem falhas.

Quanto à participação portuguesa no certame, é preciso esboçar um sorriso. Entre as quatro medalhas conquistadas, metade foram no Atletismo.

Com o ouro de Pedro Pablo Pichardo e uma prata de Patrícia Mamona no Triplo Salto, Portugal estabeleceu-se como uma potência da especialidade.

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Nos últimos três dias, no entanto, ainda faltavam decidir algumas participações. Quando muitos achavam que as medalhas já eram uma miragem, a comitiva lusa levantou-se para aplaudir João Vieira.

Aos 45 anos, o marchador terminou em 5.º lugar dos 50km marcha e fechou a carreira olímpica de forma categórica. Não chegou para subir ao pódio, mas conquistou muitos corações.

Para fechar a participação portuguesa no Atletismo, faltava a Maratona. Carla Salomé Rocha terminou no 30.º lugar, enquanto que Sara Catarina Ribeiro se ficou pelo 70.º posto. Pior sorte teve Sara Moreira, que teve de abandonar depois de desmaiar durante a prova.

O Comité Olímpico de Portugal pode sair contente de Tóquio, mas continuam os mesmos problemas estruturais dos apoios.

Todos os dias, os atletas dão tudo para honrar o país. Contudo, é preciso reforçar esta temática e não falar apenas de quatro em quatro anos. Que venha Paris 2024 e novos campeões!

Foto de Capa: World Athletics

 

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