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Len Bias: Uma lenda sem qualquer minuto jogado na NBA

O POSSÍVEL RIVAL DE MICHAEL JORDAN

Na ressaca dos episódios finais da série The Last Dance, existem bastantes questões sobre a falta de um verdadeiro rival de Michael Jordan. Na verdade, a história do que poderiam ter sido alguns duelos mais acesos na história da NBA terminou com a morte de Len Bias, um jovem basquetebolista que não sobreviveu a uma overdose. “E se?” nunca vamos saber.

A meados dos anos 80, o ala que jogava na Universidade de Maryland encantava tudo e todos. A imprensa americana, depois de tão boas exibições do jogador, considerava que Bias tinha o estilo de jogo mais semelhante a Air Jordan que algumas vez tinham visto. As expectativas eram elevadas, mas os números não deixavam enganar ninguém quanto ao talento que estava diante dos olhos de todos.

Após quatro anos pelos Terrapins, o número 34 terminou com médias de quase 17 pontos e seis ressaltos por jogo. Além disso, fez uma vez parte do melhor cinco inicial da NCAA e venceu por duas vezes o prémio de melhor jogador da ACC, conferência onde estava inserida a sua faculdade.

Depois de completar a licenciatura e terminar a carreira no basquetebol universitário, Len Bias colocou-se elegível para ser escolhido no Draft de 1986. Como esperado, foi escolhido cedo, logo na segunda pick, e o franchise que confiou nele tinha um plano muito bem delineado para que a sua integração funcionasse de forma perfeita.

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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