Olheiro BnR | Roko Prkačin, «croatian freek»

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Nascido em 2002, Roko Prkačin junta-se «à onda» de prodígios europeus que têm aparecido nos últimos anos e está projetado para ser um dos melhores croatas das últimas décadas. O título pode parecer presunçoso e perigoso, pois rememora a alcunha auferida a Giannis Antetokounmpo, porém, após ler o artigo irá perceber que secalhar a alcunha até se assenta bem.

 O trajeto até ao topo de Cibona

Voltando atrás na sua carreira, desde cedo, Roko demonstrou-se num patamar acima dos demais. O jovem croata cresceu na formação de KK Cibona e aquando atuava como sub-16 venceu o Europe Youth Basketball League Tournament, tornando-se MVP e melhor marcador da prova.

Ao nível de seleção, Roko Prkačin arrecadou o ouro no Campeonato Europeu de Sub-16 da FIBA em ​​2018, realizando em média 18.6 pontos, 11 ressaltos, 3.7 assistências e dois desarmes de lançamento por jogo. Tudo somado, permitiu ao jovem vencer de forma justa o título de MVP do europeu, juntamente com uma vaga no cinco ideal.

Esta excelência ao nível da formação «obrigou» aos responsáveis do Cibona a oferecer outros estímulos ao jovem, emprestando o mesmo ao KK Rudeš da segunda divisão croata. Depois da experiência muito positiva, Prkačin regressaria a Cibona e a subida ao topo não tardaria.

Dito isto, em setembro de 2020, tornou-se o capitão mais jovem da história do clube (apenas 17 anos e 10 meses de idade). Ora, este seu estatuto na equipa, é não só um espelho da sua excelência, como também da sua maturidade. O nível que atingiu, acartou um impacto que vai além das quatro linhas, não obstante, dentro das 4 linhas, passe a redundância, o jovem de (agora) 18 anos tem demonstrado proeminência em todos os parâmetros do campo, executando em média: 14 pontos, sete ressaltos, duas assistências e um roubo de bola por jogo.

Em suma, seja na NBA ou na Euroliga, o jovem croata tem lugar prometido nos maiores palcos do mundo do basquetebol, mas quais são as suas principais características?

Foto de capa: KK Cibona

Diogo Silva
Diogo Silvahttp://www.bolanarede.pt
O Diogo lembra-se de seguir futebol religiosamente desde que nasceu, e de se apaixonar pelo basquetebol assim que começou a praticar a modalidade (prática que durou uma década). O diálogo desportivo, nas longas viagens de carro com o pai, fez o Diogo sonhar com um jornalismo apaixonado e virtuoso.

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