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Impacto imediato: reforço do FC Porto ultrapassa craques de Sporting e Benfica e é o jogador que mais se valorizou na Primeira Liga

Ricardo João Lopes · 1 min

Oskar Pietuszewski FC Porto
Foto: Carlos Silva/Bola na Rede

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Oskar Pietuszewski reforçou o FC Porto e foi o jogador que mais se valorizou na Primeira Liga, segundo o Transfermarkt.

Oskar Pietuszewski foi o jogador que mais se valorizou na Primeira Liga, na mais recente atualização do Transfermarkt. O polaco do FC Porto passou a ter um valor de mercado de 20 milhões de euros, com uma valorização de oito milhões de euros.

Luis Suárez e Andreas Schjelderup, jogadores de Sporting e Benfica, respetivamente, aumentaram o seu valor de mercado de seis milhões de euros.

Eis o top de valorizações:

  • Pietuszewski: +8M€ (Novo valor: 20M€)
  • Suárez: +6M€ (Novo valor: 28M€)
  • Schjelderup: +6M€ (Novo valor: 20M€)
  • Catamo: +5M€ (Novo valor: 20M€)
  • Hornicek: +5M€ (Novo valor: 15M€)
  • Begraoui: +4M€ (Novo valor: 8M€)
  • Banjaqui: +4M€ (Novo valor: 5M€)
  • Camara: +4M€ (Novo valor: 5M€)
  • Maxi Araújo: +3M€ (Novo valor: 25M€)
  • Dahl: +3M€ (Novo valor: 12M€)
  • Sidny Cabral: +3M€ (Novo valor: 5M€)

Consulta as maiores desvalorizações e o top 10 de valores de mercado.

Ricardo João Lopes

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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