3 conclusões a reter sobre a última época de Basquetebol

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TERCEIRA BASKET ATURDIDO

No pavilhão fidelidade, a equipa do Terceira perdeu por 53 pontos de diferença
Fonte: SL Benfica

Com reforços de baixa qualidade e um plantel sem qualquer profundidade, a equipa da Ilha Terceira deixou muito a desejar nesta liga e não somou qualquer vitória, tornando-se matematicamente a primeira equipa a descer de divisão. O pior de ter baixado de divisão e de se ter demonstrado claramente uns furos abaixo (comparando com o resto da liga), foi o ar assustado e perplexo que a equipa manifestou a cada jogo realizado.

Os jogos passavam, a química entre os jogadores não aumentava e as dinâmicas não se “oleavam”, sendo que para além do recorde extremamente nefasto, a equipa do Terceira Basket arrecadou derrotas extremamente pesadas, entre as quais a diante o Benfica (69-131) e o Sporting (111-59), ambas a contar para a Liga Placard. A equipa açoriana, tornou-se, a um certo ponto, num palco para jogadores se potenciarem individualmente, sem qualquer ambição coletiva.

Em suma, uma época para esquecer, que refletiu numa das piores prestações de qualquer equipa nacional de basquetebol profissional numa temporada, com zero vitórias em 23 jogos possíveis.

LESÕES ATRÁS DE LESÕES

Tanner McGrew foi o primeiro jogador estrangeiro a lesionar-se gravemente esta época
Fonte: FC Porto Sports

A época desportiva ficou também marcada por um número de lesões bastante preocupante, principalmente para FC Porto e SL Benfica, que ficaram várias vezes com o plantel (mesmo que de luxo) reduzido significativamente. FC Porto, por exemplo, perdeu as duas principais referências ofensivas nos primeiros dois meses de competição (Tanner McGrew e Max Landis), sendo que o Benfica perdeu o capitão Tomás Barroso e potencialmente o melhor jogador da liga Micah Downs, também nos primeiros dois meses da temporada.

Isto, para não referir as lesões menos graves, mas que também se foram desencadeando ao longo da época nas mais diversas equipas, provocando vários constrangimentos, não só para quem luta pelo título como para quem luta para se manter na primeira liga.

Diogo Silva
Diogo Silvahttp://www.bolanarede.pt
O Diogo lembra-se de seguir futebol religiosamente desde que nasceu, e de se apaixonar pelo basquetebol assim que começou a praticar a modalidade (prática que durou uma década). O diálogo desportivo, nas longas viagens de carro com o pai, fez o Diogo sonhar com um jornalismo apaixonado e virtuoso.

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