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Cabeçalho modalidadesO desporto nacional deve muito dos seus avanços a técnicos e atletas estrangeiros. As modalidades solidamente implantadas nos nossos hábitos desportivos ,como é o caso do basquetebol, têm na sua história diversos contributos positivos de técnicos e atletas de várias nacionalidades .

O tema dos jogadores estrangeiros é recorrente no basquetebol e voltou novamente á ordem do dia com as propostas apresentadas pela ANTB á federação da modalidade.

A ANTB faz uma propostas de limitação numero de estrangeiros por equipa e refere no documento que :

– existe uma grande dificuldade de jovens com talento apostarem numa carreira profissional.

-o aumento de competitividade da Liga Masculina se deve ao aumento de mais um jogador estrageiro , o que melhourou a qualidade do jogo

– Aumentar o numero dos estrangeiros pode ser interpretado como um desinvestimento na formação de jogadores jovens portugueses

Sérgio Ramos, presidente da ANTB
Sérgio Ramos, presidente da ANTB

Continuo a pensar que a melhoria dos atletas nacionais não passa pela limitação do número dos jogadores estrangeiros. O basquetebol internacional tem múltiplos exemplos que provam o contrário. Legalmente não me parece que seja possível impedir qualquer jogador /cidadão europeu de participar nas nossas competições (mesmo com os tais acordos de “cavalheiros”).

Limitar a competitividade no acesso ao profissionalismo não é solução e só pode promover a mediocridade e a incompetência . Como escreveu recentemente o comentador Luis Cristovão:

“As melhores equipas exigem melhores jogadores , com melhores jogadores temos melhores espectáculos , logo criamos mais mercado e maior capacidade deste criar retorno que possa ser reinvestido na formação de jogadores”.

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Comentários

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De jogador a treinador, o êxito foi uma constante. Se o Atletismo marcou o início da sua vida desportiva enquanto atleta, foi no Basquetebol que se destacou e ao qual entregou a sua vida, jogando em clubes como o Benfica, CIF – Clube Internacional de Futebol e Estrelas de Alvalade. Mas foi como treinador que se notabilizou, desde a época de 67/68 em que começou a ganhar títulos pelo que do desporto escolar até à Liga Profissional foi um passo. Treinou clubes como o Belenenses, Sporting, Imortal de Albufeira, CAB Madeira – Clube Amigos do Basquete, Seixal, Estrelas da Avenidada, Leiria Basket e Algés. Em Vila Franca de Xira fundou o Clube de Jovens Alves Redol, de quem é ainda hoje Presidente, tendo realizado um trabalho meritório e reconhecido na formação de centenas de jovens atletas, fazendo a ligação perfeita entre o desporto escolar e o desporto federado. De destacar ainda o papel de jornalista e comentador de televisão da modalidade na RTP, Eurosport, Sport TV, onde deu voz a várias edições de Jogos Olímpicos e da NBA. Entusiasmo, dedicação e resultados pautam o percurso profissional de Mário Silva.                                                                                                                                                 O Mário escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.