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No passado dia 10 de fevereiro, a primeira bola foi lançada ao ar na G League. A liga de desenvolvimento está a adotar o mesmo modelo dos Playoffs da NBA em 2020, com uma “bolha” na Disneyland, em Orlando. Com o cenário de pandemia, apenas 17 formações, das 28 normalmente inscritas, aceitaram o formato. Este ano, o torneio conta com uma nova equipa que promete mudar o paradigma do basquetebol norte-americano.

Os Ignite fogem ao sistema dos outros plantéis presentes na Liga. Desde 2020, a equipa situada na Califórnia serve como uma nova porta para os jovens basquetebolistas. Na G League, os jogadores podem ser pagos, ao contrário do caminho da NCAA, onde o campeonato universitário ainda não permite qualquer tipo de rentabilidade financeira aos atletas. Quem o faz, pode ser severamente punido.

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As únicas alternativas que existiam eram fora das fronteiras americanas. No último Draft, por exemplo, LaMelo Ball e RJ Hampton foram as caras da NBL, a liga de basquetebol australiana. A NBA percebeu que a tendência era de ver estes casos a aumentar e criou uma equipa com as mesmas características, a competir na liga de desenvolvimento, que já existe desde 2001.

Com esta pequena/grande diferença, alguns dos melhores jogadores já começam a ver esta via como uma boa alternativa ao que era tradicional, estudar e jogar. Jalen Green foi o pioneiro nesta via alternativa, o que promoveu de outra forma o que ainda podia ser visto com alguma insegurança.

Um dos condimentos que ajuda à escolha da G League é a oportunidade de jogar contra e com jogadores mais experientes. Nos Ignite, Jarrett Jack transmite conhecimentos de veterano, mas os mais novos também podem aprender ao jogar contra nomes como Jeremy Lin.

Apesar de os Ignite competirem com as restantes equipas, os jogadores mais jovens, vindos do High School, não podem jogar na NBA ao longo da época. Pelo contrário, os profissionais já draftados podem usar a G League como um trampolim para jogar no “principal franchise” ao longo do ano, visto que quase todas as equipas da liga têm, neste momento, um plantel de desenvolvimento a competir.

Em todas as equipas existem nomes com grande qualidade. Neste artigo, vamos focar-nos em apenas cinco jogadores com idade mais nova no BI, mas que já fazem frente a alguns adversários com muita história na NBA. Com bons jogos nesta “bolha”, pode ser que se vejam alguns destes atletas a brilhar nos maiores palcos, já nesta época.

A ordem desta lista não está por ordem crescente.

Foto de Capa: OKC Blue

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