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A QUEDA DA NCAA E O IMPÉRIO MILIONÁRIO

Nos últimos tempos, o nome Jalen Romande Green tem estado nas bocas do mundo do basquetebol. Porquê? O jovem de 18 anos, em vez de seguir uma carreira na universidade, decidiu dar a cara pela nova vaga de jogadores da sua idade e assinou pela G-League. Este passo significa muito mais do que dinheiro e competitividade, é uma mudança de paradigma na modalidade.

Há muitos anos que a NCAA capta a atenção dos atletas que saem da escola secundária. A promessa dos alunos poderem garantir uma educação sem pagar um cêntimo e ainda terem a oportunidade de jogar o desporto que gostam era tentadora, e nem se equacionava uma alternativa.

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Entretanto, com o passar dos anos, a nova mentalidade milionária e as restrições da liga universitária americana começaram a pesar em algumas decisões. Um estudante não pode receber qualquer tipo de pagamento durante a sua estadia na universidade, mas os responsáveis pela competição chegam a lucrar milhões com direitos de imagem das estrelas que têm nas suas fileiras.

Como era de esperar, várias competições internacionais abriram os braços aos jogadores que não queriam alimentar um negócio com cada vez mais pontos de interrogação. A NBL, na Austrália, é o exemplo mais famoso até à data, e oferece excelentes condições para o desenvolvimento dos jovens. Esta temporada, LaMelo Ball e RJ Hampton foram dois dos pioneiros desta nova porta para a NBA, que concluíram com nota bastante positiva.

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