Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

Kevin Garnett: O adeus após 21 anos ao mais alto nível

Joana Libertador · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Cabeçalho modalidadesO extremo Kevin Garnett retira-se do grande palco da NBA aos 40 anos, após 21 temporadas de uma brilhante carreira. O jogador anunciou a sua decisão na passada sexta feira, deixando também um vídeo na sua conta oficial do instagram.

Na sua carreira passou por três equipas: Minnesota Timberwolves, Boston Celtics e Brooklyn Nets, sendo que passou apenas época e meia na última. Apesar das 14 temporadas ao serviço dos Wolves, foi com a camisola dos Celtics que, em 2008, conquistou o seu primeiro e único título de campeão de NBA.

As estatísticas não deixam dúvidas acerca da qualidade de Garnett. A quinta escolha do draft de 1995, acabado de sair da escola secundária, inicia a sua carreira nos Timberwolves, estreando-se no All-Star Game logo na sua segunda época. O extremo termina a sua carreira com uma média de 17.8 pontos, 10 ressaltos e 3.7 assistências por jogo, um total de 15 presenças nos All-Star Games, 12 na All-Defensive Team e 9 na All-NBA Team, um prémio de MVP (2004) e, como já referido, o anel de campeão conquistado em 2008. Este fez, ainda, parte da equipa que conquistou o ouro nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000.

Apesar de ter mais um ano de contrato com os Wolves, Kevin Garnett achou que havia chegado a altura de colocar um ponto final numa carreira de alto nível.

Várias estrelas da NBA não perderam a oportunidade para deixar umas palavras a Kevin Garnett:

Fonte: Kobe Bryant
Fonte: Kobe Bryant
Fonte: Curry
Fonte: Curry
Fonte: Lebron James
Fonte: Lebron James

 Foto de capa: minnesotaconnected.com

Joana Libertador

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.