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Numa posição que teve o seu auge nos anos 90 e na década passada, com nomes como Michael Jordan, Kobe Bryant, Dwyane Wade ou Allen Iverson, faltam neste momento grandes ícones que marquem uma geração. Na posição 2 ainda há muito talento, como é óbvio, e começam a surgir jovens de qualidade inegável, mas tirando um ou outro exemplo, poucas são as estrelas que complementam os bases das equipas da NBA neste momento. Ainda assim, vale a pena olhar para quem pode distinguir-se na época que se aproxima.

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Tem 22 anos, é natural de Paços de Ferreira e adepto do SL Benfica. Desde muito pequeno que é adepto de futebol, desporto que praticou até aos 13 anos, altura em que percebeu que não tinha jeito para a coisa. Decidiu então experimentar o basquetebol e acabou por ser amor à primeira vista. Jogou até ao verão passado na Juventude Pacense e tem o Curso de Grau I de treinador de basquetebol desde os 19. O gosto pela NBA surgiu logo quando começou a jogar basquetebol e tem vindo a crescer desde então, com foco especial nos Miami Heat.                                                                                                                                                 O António escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.