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Poucos atletas têm tantas alcunhas e são conhecidos por tantos nomes como Vince Carter.Vinsanity”, “Air Canada” e “Half Man, Half Amazing” são apenas algumas das alcunhas de um jogador que, vezes e vezes sem conta, desafiou a gravidade com os seus ataques ao cesto.

Contudo, a carreira de Vince foi-lhe ingrata.

É o único atleta na história da liga que jogou em quatro décadas, tem a carreira mais longa da história com 22 anos ao mais alto nível, já vestiu a camisola de oito equipas diferentes, é visto por muitos como o melhor da história no capítulo dos afundanços dada a força, explosividade e suspensão que alcançava quando decidia atacar o cesto.

Venceu o prémio de Rookie do Ano em 1999, foi essencial para o crescimento do basquetebol no Canadá quando foi trocado para os Raptors, e chegou a vencer duas medalhas de ouro pelos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de 2000 e no Campeonato das Américas de 2003.

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No entanto, Vinsanity dificilmente será lembrado como um dos grandes jogadores da história da NBA.

Quando se aborda o lugar de jogador A ou B na história de uma liga, há um exercício comum que ajuda a esclarecer quaisquer dúvidas: É possível contar a história desse campeonato sem mencionar tal jogador? Se a resposta for sim, então estamos na presença de um excelente atleta, mas que não está ao nível dos melhores ou não se destacou da forma necessária para ficar nos compêndios da modalidade.

Infelizmente, a resposta para a pergunta “É possível contar a história da NBA sem falar de Vince Carter?” é afirmativa.

Vejamos, Vince entrou na NBA e sempre se destacou pela sua capacidade atlética, de tal forma que o próprio afirma ser capaz de tocar no topo de uma tabela de basquetebol – que se encontra a aproximadamente três metros e meio do chão – nos seus anos de universidade e secundário. É um bom lançador da linha de três pontos e, ao longo da carreira, sempre se manteve saudável sem ter perdido muitos jogos devido a lesão.

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