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Terminou na passada terça-feira a dança do March Madness. Durante mais de um mês, 68 equipas protagonizaram jogos que prometem ficar eternizados na história do torneio que marca o final da temporada na NCAA. Em 2021, foi batido o recorde de mais universidades a participar na “bolha” que se fixou em Indianapolis.

A competição teve a presença de dois portugueses. Neemias Queta, de Utah State e Hugo Ferreira, de Cleveland State, ficaram pelo caminho logo na primeira ronda. No entanto, fica cada vez mais patente a mudança de rumo de alguns basquetebolistas lusos que preferem seguir o caminho da NCAA.

O cenário de pandemia não impediu nada. Com a ameaça de surtos, apenas se registou a desistência da Universidade de Virgínia Commonwealth. A organização demonstrou que, mesmo com medidas restritivas, se pode dar um bom espetáculo. O exemplo da NBA serviu para que várias organizações pudessem sonhar em jogar numa época em que nem todos tiveram a mesma sorte.

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Todos os anos, milhões de jogadores apostam na sua bracket. Contudo, o sonho de vencer e adivinhar todos os resultados do torneio terminou ainda a meio da primeira ronda. A imprevisibilidade e a espetacularidade são alguns dos ingredientes para que os adeptos do basquetebol tratem esta competição com muito carinho.

No final, venceu a Universidade de Baylor, que bateu Gonzaga no National Championship. Apesar de este ser o expoente máximo de semanas de competição, não faltaram bons momentos. Foram escolhidos cinco, mas com a certeza que poderiam ser adicionados mais do dobro, no fundo, essa é a beleza da March Madness.

Foto de Capa: Baylor Basketball

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