O famalicense cumpriu mais uma época na Team Katusha – Alpecin e despediu-se do World Tour com uma temporada razoável, marcada pela sua combatividade caraterística.

Tal como em 2017, a maior parte da sua temporada foi despendida ao serviço de colegas, continuando a revelar-se um gregário de bastante qualidade. Ainda assim, teve algumas oportunidades para se mostrar a nível individual e obteve resultados, que, não sendo excelentes, foram bastante positivos.

As principais aventuras internacionais deram-se na Bélgica, onde ocupou o 17.º lugar no Belgium Tour e, mais tarde, 11.º no Wallonie Tour. Representou Portugal nos Europeus e esteve na luta pelos títulos nacionais ao alcançar a medalha de bronze no contrarrelógio e terminando no quarto posto da prova de fundo.

Tiago Machado ao ataque na Vuelta
Fonte: La Vuelta

A parte final do ano viu-o participar na La Vuelta, onde se mostrou bastante aguerrido. Tendo sido um dos mais combativos da prova e tendo integrado várias fugas, ficou a faltar um resultado que lhe conseguisse atribuir mais destaque. Este poderia muito bem ter sido um prémio de combatividade, que, pelo menos numa das etapas, ele bem o merecia, mas a organização atribuiu-o a outro atleta.

Agora, voltará para Portugal depois de nove anos no estrangeiro. Será um dos grandes nomes do Sporting CP/Tavira, onde é apontado como uma das principais armas para, finalmente, derrotar o poderio azul e branco.

Texto revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: Associação de Ciclismo do Minho

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