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A CRÓNICA: RITMO COMPETITIVO FAZ TODA A DIFERENÇA

Foi sem grandes surpresas que a UAE Team Emirates conquistou o título nacional de contrarrelógio. Surpreende um pouco, sim, que o tenha sido com Ivo Oliveira e não com Rui Costa, mas os atletas da equipa World Tour partiam em clara vantagem.

Desde a pandemia, os ciclistas da équipa do Médio Oriente foram dos poucos presentes nos nacionais com competição, e as pernas apuradas pelo Tour de Pologne fizeram-se notar.

O primeiro bom tempo até foi o de Tiago Machado, mas, pouco depois, apareceria Ivo Oliveira para assumir a liderança. O jovem de 23 anos, que começou a época de forma negativa ao falhar o apuramento olímpico, aproveitou a sua oportunidade para dar a volta ao texto e alcançar o seu maior resultado até ao momento como profissional.

Já campeão da especialidade em Sub23 e juniores, Ivo Oliveira sagrou-se também campeão nacional, após ver nomes mais estabelecidos como José Neves, José Gonçalves e o seu colega de equipa falharem na tentativa de bater o seu registo. O ex-campeão do mundo de fundo, Rui Costa, foi dos últimos a partir para a estrada e tinha sobre si o favoritismo, mas acabou nove segundos mais lento.

Guilherme Mota deu à Kelly/InOutBuild/UD Oliveirense o título de Sub23
Fonte: José Baptista/Bola na Rede

Nos Sub23, Guilherme Mota esteve em grande nível (o seu tempo daria para top-15 entre os Elites) e impôs-se a Daniel Dias, que, apenas no seu primeiro ano na categoria, começa a afirmar-se como um nome a ter muito em conta para o futuro, e aos emigrantes Pedro Andrade, Daniel Viegas e Iuri Leitão.

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Foto de capa: José Baptista/Bola Na Rede

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