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Confirmando o seu estatuto de grande favorita, a Índia dominou de fio a pavio a Asia Cup 2018 para defender o título de 2016 e triunfar pela sétima vez nesta competição. Este ano, a prova voltou a ser disputada em formato ODI, depois da estreia em T20 há dois anos, quando se deu início ao modelo rotativo (cada uma das vertentes será a usada de quatro em quatro anos).

Na primeira fase, a Índia ficou no Grupo A, onde derrotou Hong Kong e Paquistão para seguir para o Super Four no primeiro posto, sendo acompanhada pelos paquistaneses. Já no Grupo B, foi Afeganistão quem passou na frente, com o Bangladesh em segundo e o Sri Lanka a ficar pelo caminho.

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Seguiu-se o Super Four para definir os dois finalistas e a Índia voltou a mostrar-se superior, garantindo a passagem ao jogo decisivo com vitórias sobre o Bangladesh e o Paquistão. Na última jornada, Bangladesh e Paquistão encontraram-se para decidir o outro finalista e os primeiros levaram a melhor. Já a índia decidiu poupar alguns dos seus jogadores e acabou por não ir além de um empate com o Afeganistão, naquele que foi o primeiro empate da história da competição.

Índia e Afeganistão protagonizaram o primeiro empate da história da competição
Fonte: Asia Cricket Council

No jogo que decidiu o grande campeão, Liton Das somou uns fantásticos 121 pontos para ajudar o Bangladesh a ter uma margem importante que dificultou a vida aos indianos. Não deu para surpreender, mas quase, com a Índia a acabar por vencer por 3 wickets, mas na última bola, num final verdadeiramente emocionante.

O vice-capitão indiano, Shikhar Dhawan, que alcançou umas impressionantes 342 runs, foi considerado o jogador do torneio.

Foto de Capa: Asia Cricket Council

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