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O WRC voltou à Turquia. Com isto, todas as duplas de pilotos e navegadores tiveram um acréscimo na sua preparação. Duas passagens pelos troços teriam que ser suficientes para se perceber todas as curvas, contracurvas, retas e pedras que se encontram em solo turco. De notar que o rali da Turquia contém troços de gravilha, gravilha esta que é muito dura nas suspensões, tornando o rali numa prova de resistência. Acho que posso comparar este rali com o rali da Acrópole, na Grécia, onde este ano Bruno e Hugo Magalhães triunfaram para o FIA ERC. E como se sabe, a dupla portuguesa entregou o título a Alexander Lukyanuk, ao não consegui reunir os apoios suficientes para a restante temporada de 2018. Parece que quem joga “à bola” tem apoios. Mas divago.

Sebastien Ogier era um do candidatos à vitória no rali da Turquia
Fonte: M-Sport

Agora, porque um pouco de história nunca magoou ninguém, o último rali da Turquia correu-se em 2010 e foi ganho por um tal Seabastien Loeb, que nessa altura tripulava um Citroen C4 WRC. Oito anos depois, outro Sebastien, desta vez Ogier, em Ford Fiesta WRC, Thierry Neuville em Hyundai i20 Coupé WRC e o dono da segunda parte da temporada, Ott Tanak, em Toyota Yaris WRC, estavam à cabeça para a vitória. Haydon Paddon regressa ao terceiro Hyundai por troca com Dani Sordo. De notar a participação portuguesa, desta vez na forma de Diogo Salvi e Hugo Magalhães, no WRC2, tripulando um Skoda Fabia R5, competindo por uma equipa italiana.

Este ano, o primero líder do rali da Turquia foi o norueguês Andreas Mikkelsen, em Hyundai i20 Coupé WRC. Um erro por parte de Ogier fez com que o francês descesse na classificação. Craig Breen era segundo e Ott Tanak terceiro. O líder do campeonato estava em quarto, apesar de supostamente ter a desvantagem de ser o primeiro nas estradas de gravilha da Turquia.

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