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Aqui está o final tão esperado pelos tifosi: a merecida vitória da Ferrari, com Charles Leclerc a ganhar a sua segunda corrida consecutiva, no Grande Prémio de casa. De salientar que desde 2010 que a Ferrari não ganhava em casa. Mas que conquista!

Aquilo que se tornou um “sogno” para o piloto monegasco da Ferrari, por outro lado, não foi tão bom para o colega de equipa, Sebastian Vettel, que terminou em 13º, muito devido ao incidente na volta seis com o piloto da Racing Point, Lance Stroll, acabando por ser penalizado com um Stop and Go e que define em muito a sua performance de hoje.

Para finalizar o pódio, temos ambos os homens da Mercedes – Valtteri Bottas, em segundo, e Lewis Hamilton, em terceiro lugar.

Lewis Hamilton tentou, desde o início, ganhar a posição ao piloto monegasco da Ferrari, mas tal não se sucedeu, terminando assim em terceiro lugar
Fonte: Mercedes AMG-F1

Noutros destaques, é de destacar os pilotos da equipa francesa da Renault, Daniel Ricciardo e Nico Hulkenberg, que tiveram uma corrida extraordinária desde o início, mantendo os seus lugares em quarto e em quinto, respetivamente.

De sexto ao décimo lugar, e para encerrar os pontos, ficaram Albon (Red Bull), Perez (Racing Point), Verstappen (Red Bull), Giovinazzi (Alfa Romeo) e Norris (McLaren).

Apenas três carros se retiraram hoje: Carlos Sainz (McLaren), Daniil Kvyat (Toro Rosso) e Kevin Magnussen (Haas).

A Red Bull desiludiu um pouco, tendo uma performance de corrida bastante apagada no que toca ao top 3: Verstappen destacou-se pela sua difícil corrida, em que começou de 19º e acabou em oitavo lugar, o que não foi, de todo, uma má prestação do piloto holandês. Mas Albon manteve-se um pouco mais constante à sua starting grid, subindo dois lugares, e por isso, penso que se esperava um pouco mais do piloto tailandês.

Monza ficou claramente marcada pelo fim-de-semana da qualificação “bizarra”, com a corrida caraterizada por inúmeras penalizações para os pilotos do início ao fim, que, em alguns, acabaram por afetar e muito o ritmo da corrida – o maior exemplo é o de Sebastian Vettel, que o impediu de obter um resultado favorável para a scuderia italiana.

Todos os anos assistimos ao espetáculo que o Autódromo Nacional de Monza nos oferece, e, durante todo a época do campeonato de Fórmula 1, não encontrámos um público que seja tão apaixonado como o público italiano. É fascinante como o desporto motorizado, se por vezes não parece ser tão valorizado como deveria ser, em Itália sentimos completamente o contrário.

Por isto, o verdadeiro destaque do GP de Itália deste ano está no triunfo da Ferrari e, sem dúvida, na sua incrível massa de fãs, que se torna cada vez mais incansável a cada ano que passa.

Agora, próxima paragem: GP de Singapura, do 20 ao 22 deste mês. Manter-se-á o bom momento da Ferrari, que parece ter chegado na hora certa? Cá estaremos para analisar.

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