A fechar o top seis temos Alexander Albon (Red Bull), que não fez uma corrida espectacular, mas sempre colado a Valteri Bottas e acompanhar o ritmo dos homens da frente. Com o título de “melhor dos restantes” ficou Lando Norris (Mclaren), que passou ao lado de toda a confusão atrás de si, com mais uma sólida performance e mais uma boa dose de pontos para a Mclaren confirmar o quarto lugar no campeonato.

Pierre Gasly (Toro Rosso) renasceu desde que voltou à Toro Rosso e teve mais uma performance muito sólida, para ficar na oitava posição. A fechar o top 10 temos Nico Hulkenberg (Renault) que teve uma corrida com vários incidentes, mas acaba em nono e Antonio Giovinazzi (Alfa Romeo), que chegou a liderar a corrida, em décimo.

Debaixo do capacete, Leclerc deve ter tudo menos um sorriso…
Fonte: Formula 1

E com esta vitória de Vettel temos o maior número de vitórias seguidas da Ferrari desde 2008, já vão três no bolso, e tendo em conta que as atualizações que foram feitas no carro o tornaram competitivo numa área onde sentia mais dificuldades, deixa a pensar se a parte final da época não vai ser caracterizada por um domínio da Ferrari.

Talvez não chegue a domínio, mas, pelo menos, será muito mais equilibrado, e com esta vitória, que deixou Sebastian Vettel em lágrimas, pode ser que o alemão volte a descobrir a sua forma antiga. Charles Leclerc não ficou nada satisfeito com a decisão estratégica da equipa, o que é normal, após conseguir a pole position e liderar uma boa parte da corrida, mas a decisão acabou por ser muito benéfica para a equipa, que colecionou uma rara dobradinha nesta era híbrida.

Tudo indica que vai ser um final de ano extremamente competitivo, agora que a Ferrari apresentou um carro capaz de competir com a Mercedes em todas as áreas, só é pena que não tenha descoberto isso antes de Março…

Fonte: Formula 1