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A CORRIDA: O mundial de motociclismo continuou no circuito de Losail para o segundo grande prémio da temporada. Um circuito favorável à Ducati, mas onde a Yamaha voltou a impor-se. E parece que este renascimento não é mesmo uma miragem.

Na segunda prova desta temporada, Jorge Martin foi estrela ao conquistar a sua primeira pole position na categoria rainha e logo no seu ano de estreia. E a corrida até começou a correr de feição ao piloto espanhol que dominou durante 17 voltas. Um fim de semana quase, quase perfeito para o estreante.

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Se lá na frente, Martin parecia ter a situação controlada – sem nunca conseguir impor o seu ritmo e distanciar-se, um pouco à semelhança do que fez Bagnaia no fim de semana passado, o top 5 ficou bastante animado com a chegada de Maverick Viñales, Quartararo, Miller, Rins e Mir que trocaram várias ultrapassagens.

Aliás, Jack Miller e Mir protagonizaram um dos momentos mais arrepiantes deste GP, onde o piloto australiano foi, literalmente, para cima do piloto espanhol numa espécie de vingança depois de um pequeno toque na volta anterior.

As Ducati pareciam e eram mais fortes nos dois primeiros setores do circuito de Losail, mas a Yamaha de Viñales e Quartararo começavam a dar cartas e a atacar os seus rivais diretos. Se por um lado, Viñales se centrou na luta com Rins, por outro lado, Quartararo foi atrás de Zarco e Jorge Martín.

Numa ultrapassagem de mestre, o piloto francês colocou-se na liderança e conseguiu, em poucas voltas, impôr o seu ritmo e distanciar-se de Martin e Zarco, ficando a quase dois segundos dois pilotos da Ducati Pramac – que mais uma vez ficaram à porta da vitória, as conquistaram o pódio. Zarco consegue assim chegar à liderança do mundial de motociclismo com apenas dois segundos lugares. Já leram esta história, não já?

O português Miguel Oliveira conseguiu, talvez, o seu melhor arranque da carreira: passou de décimo segundo para terceiro apenas com o seu holeshot. Conseguiu rodar nas primeiras posições durante algumas voltas, mas foi perdendo ritmo e acabou a prova em décimo quinto – conseguindo amealhar um ponto. Ao que parece, esta quebra de rendimento deveu-se a um problema de origem técnica na moto do falcão de Almada – que arriscou na escolha dos pneus e que parecia ter tudo para resultar.

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