Última horaFC Porto prepara receção ao PSV na Champions League com apenas duas baixas
Publicidade

Novos motores, novos líderes

Rodrigo Fernandes · 2 min

Novos motores, novos líderes

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

cab desportos motorizados

É verdade, a Red Bull não está a conseguir testar o carro desta temporada devido a problemas de motor, e esperam-se tempos negros para os lados da formação austríaca, que tem dominado nos últimos anos a F1.

Os motores Mercedes parecem estar melhor preparados à nova realidade do que os restantes, estando a própria Mercedes e a Williams, um saudoso regresso ao pelotão da frente, a ser as melhores equipas nesta pré-temporada. De facto, e apesar de os testes não serem totalmente conclusivos, parece que vamos ter os motores alemães que equipam as duas equipas já citadas, a McLaren e a Force India, a dominar o princípio da temporada.

É uma grande novidade, que só pode ser vista com bons olhos, pois o domínio da Red Bull era por demais evidente e, com os novos regulamentos, vai existir mais diversidade de equipas a poder lutar por vitórias nas provas, algo muito positivo.

Num plano intermédio estão os motores da Ferrari. A scuderia fornece motores às equipas Sauber e Marussia, além de à sua própria equipa, e pode dizer-se que estão num plano intermédio quando comparados com a Mercedes e Renault. Esta é uma temporada muito importante para a Ferrari, que vai contar com Alonso e Räikkönen. Os italianos querem regressar ao topo da modalidade, e este ano zero para todas as equipas é visto com grande interesse, visto que todos vão partir para algo novo, anulando assim as vantagens que existiam anteriormente.

A Martini regressa esta ano à F1 com a equipa Williams.

(Vejam a decoração da marca: http://autosport.pt/williams-martini-racing-revela-decoracao-para-2014=f119100)

Apesar de tudo, os motores Renault não são só problemas. A Caterhan tem conseguido rodar com o carro e tem evoluído em relação aos últimos tempos, algo não muito difícil, é certo. O problema tem sido as restantes três equipas: além da já citada Red Bull, a Renault equipa ainda a Torro Rosso e a Lotus. Estas equipas vão ter a vida muito difícil e não é de esperar grandes resultados na Austrália, estando mesmo no ar a dúvida sobre se os monolugares vão conseguir aguentar toda a corrida.

Dia 16 abre a nova temporada na Austrália, como habitual, e esperam-se muitas mudanças em relação ao passado recente. As mudanças nos regulamentos estão, para já, a surtir efeito.

Rodrigo Fernandes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Luuk de Jong | O que poderia ter sido no Dragão sem lesões

A passagem de Luuk de Jong pelo FC Porto deixa uma sensação de que poderia ter sido muito mais marcante se as lesões não tivessem surgido pelo caminho. Apesar das dificuldades físicas que enfrentou, o avançado neerlandês demonstrou qualidades que justificavam a confiança depositada nele e que faziam acreditar num contributo importante para a equipa azul e branca. Luuk de Jong é um ponta de lança com características muito próprias. A sua capacidade de jogar de costas para a baliza, a força no jogo aéreo, o sentido de posicionamento e a eficácia na finalização fazem dele um avançado capaz de resolver jogos e oferecer soluções diferentes no ataque. Num clube como o FC Porto, habituado a lutar por títulos e a competir ao mais alto nível, estas qualidades poderiam ter sido fundamentais, sobretudo nos momentos em que a equipa precisava de alguém capaz de transformar cruzamentos e oportunidades em golos.

Miguel Costa · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.