Já o antigo vencedor da Taça do Mundo, o germânico Freund, continuava a dececionar assegurando o último lugar, o 30.º a conseguir qualificação para a derradeira ronda de saltos. No dia seguinte, apenas com 47 “homens pássaro” à partida, era tempo de mais uma competição de cariz individual, em que Granerud queria deitar para trás das costas o desaire do dia anterior.

Ao cabo da primeira ronda, era ele quem encabeçava o pelotão. Mesmo que os segundo e terceiro classificados, Keiichi Sato e Anze Lanisek, respetivamente, tivessem chegado mais longe nesta estrutura, mas dadas as bonificações, uma vez que tinha condições mais desafiantes, era o nórdico a sair na frente.

A fechar o top cinco, tínhamos em quarto Daniel André Tand e em quinto Bor Pavlovcic. O vencedor da prova 23 do campeonato, Ryoyu Kubayashi, era apenas oitavo, já o vice-líder mundial estava apenas em 13.º lugar, concluída que estava a primeira ronda de saltos.

A Polónia continuava muito mal, Stekala, desqualificado devido ao tamanho dos seus esquis, era baixa de vulto. Zyla, falhara o acesso à derradeira ronda e Kamil Stoch, apenas 22.º, era carta fora do baralho. Pelo que Kubacki era a única real esperança da nação que recebia a prova, em conseguir um lugar honroso.

Nomes como os dos noruegueses, Robert Johanson ou Marius Lindvik, precisavam de efetuar grandes segundos registos, para conseguirem ascender na classificação. À entrada para o tramo final, de referir que a Rússia fez ainda melhor do que na competição de sábado, tendo desta feita colocado três saltadores no grupo dos trinta finais: Nazarov e Klimov, repetiam presença, já Denis Kornilov, era novidade neste lote.

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Foi então que, com aparente facilidade, que Granerud somou a 11.ª vitória da temporada e da carreira. Igualou, deste modo, o pecúlio de triunfos de Roar Ljokelsoy, como o máximo vencedor do seu país, na alta roda deste desporto. Recorde-se que o atleta referido, competiu entre 1993 e 2010, pelo que será ultrapassado por Granerud em breve. Em segundo e repetindo o pódio, obtido no dia 17 de janeiro do presente ano, aquando da primeira passagem da temporada vigente por Zakopane, tivemos Anze Lanisek, com o bronze a ir para Robert Johanson, que com 142.5m, marca mais distante de todo o fim de semana, trepou do 20.º posto até ao último lugar do pódio.

Ainda dentro dos cinco melhores, destaque para o quarto posto de Marius Lindvik, que também ascendeu várias posições, bem como para o quinto lugar do baixinho, Stefan Kraft, austríaco, que foi declarado vencedor da edição transata da Taça do Mundo com esta a ser concluída de forma abrupta, devido à evolução da Covid-19 na Europa.

O nipónico, Ryoyu Kubayashi, ficou apenas na segunda metade do top dez. Já Eisenbichler, com o 12.º posto, viu Granerud fugir ainda de forma mais esclarecedora. Stoch, em 22.º lugar, parece também estar a declinar, assim como Karl Geiger que, um posto adiante do vencedor dos quatro trampolins, parece ver a sua saga de maus resultados não ter fim à vista.

Agora, na geral da Taça do Mundo e numa fase em que a mesma será pausada para a realização dos campeonatos do Mundo de esqui nórdico, a ter lugar na localidade Oberstdorf, a classificação está assim: Halvor Egner Granerud lidera com 1542 pontos, Eisenbichler segue-se  com 1017 pontos e Kamil Stoch contabiliza 864 pontos.

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