Há cerca de ano e meio, em conversa com o Mário Cagica, calhou falarmos sobre CM01/02, ou Championship Manager 01-02, em Tó Madeira, e em fazer algo sobre o mesmo aqui no Bola na Rede.
Na altura, seguia o trabalho que o Ian Macintosh fazia (e faz) no Set Pieces, e onde começou um projeto no Everton FC na tentativa de o levar à glória em Terras de Sua Majestade.
Daí, surgiu um artigo sobre um onze composto pelas grandes pérolas do jogo, onde Portugal estava em destaque, com alguns jogadores nacionais a serem vistos como verdadeiros “Deuses” do simulador. Hugo Pinheiro, os “manos” Paralta e Tó Madeira são figuras incontornáveis do jogo lançado no primeiro ano do novo milénio e que ainda hoje ecoam no mundo virtual.
O início do projeto no CM0102 foi marcado por altos e baixos, mas a chegada de duas “Superstars” ao José Gomes voltou a colocar as esperanças e as exigências em altas…
Para Vítor, os domingos da sua infância eram passados no velhinho Alvalade, com jogos das camadas jovens de manhã, modalidades na nave e futebol sénior ao final da tarde.
Eleito o melhor em campo na vitória do Arsenal frente ao Sporting, David Raya destacou a sua defesa decisiva ao remate de Maxi Araújo e a importância de manter a baliza sem sofrer golos.
Iván Fresneda apontou a exibição de David Raya como o fator decisivo para a derrota do Sporting frente ao Arsenal na Champions League. O lateral defendeu que os leões justificavam o empate.